Tudo que se dá à leitura é texto. Afinar o olhar e saber ler o mundo é poder agir sobre ele, tecendo e destecendo a vida, assumindo a autoria de sua história. Inspirado no poema Ler o Mundo, de Afonso Romano de Santanna (1989), o portal nasceu em 2007 com a missão de mudar a perspectiva do olhar dos meus alunos de Comunicação Social e de Artes e Design da PUC-Rio. E transformou-se numa prática de leitura e de autoria fundamentada na interlocução e na parceria. luizfavilla@gmail.com
hahahahahaha ótima propaganda. nunca pensei nisso, somos rosa, azul, amarelo, verde, todos todas as cores! Um ponto muito interessante, e a mensagem mais ainda. Racismo pra que? Somos todos humanos, vamos nos tratar como tal.
Na semana passada me chamou atenção uma cena da novela “Lado a Lado” na qual a personagem da Camila Pitanga tentava explicar ao seu filho o motivo pelo qual sua avó paterna não gostava dela, mas o menino não conseguia entender que a avó era racista. A mãe dizia que a avó não merecia seu afeto pois não gostava de “pessoas como eles”, mas não teve coragem de explicar que isso ocorria porque eram negros. O menino continuou a insistir que a mãe estava errada e só foi convencido do contrário quando viu a avó destratar seu amigo, chamando-o de “negrinho”. É curioso observar como aos olhos de uma criança, inocente e questionadora, racismo é algo sem sentido. Deveríamos utilizar mais o nosso “olhar de criança” para ver o mundo.
Adoro esse vídeo. Adoro essa combinação entre assunto sério e toque certo de humor. E, além disso, nos lembra do quanto o racismo ainda é recorrente (e minimizado), inclusive nos esportes. Li notícias recentes de futebolistas brasileiros se queixando do racismo proveniente das torcidas dos clubes europeus. O curioso de tudo isso é o quanto a mídia brasileira abafa ou dá pouca importância a esses casos. Eles fazem questão de nos seduzir com a grandiosidade de clubes como Real Madrid e Barcelona, mas esquecem de alertar para o descaso com que, muitas vezes, as diretorias dos clubes tratam essas situações. E o mais revoltante é ver que a mesma torcida que xinga o jogador adversário de macaco, admira e venera um jogador como Ronaldinho, por exemplo. É como se em questão de segundos todos tivessem um surto de lucidez e esquecessem de valorizar a cor da pele.
hahahahahaha ótima propaganda. nunca pensei nisso, somos rosa, azul, amarelo, verde, todos todas as cores! Um ponto muito interessante, e a mensagem mais ainda. Racismo pra que? Somos todos humanos, vamos nos tratar como tal.
ResponderExcluirNa semana passada me chamou atenção uma cena da novela “Lado a Lado” na qual a personagem da Camila Pitanga tentava explicar ao seu filho o motivo pelo qual sua avó paterna não gostava dela, mas o menino não conseguia entender que a avó era racista. A mãe dizia que a avó não merecia seu afeto pois não gostava de “pessoas como eles”, mas não teve coragem de explicar que isso ocorria porque eram negros. O menino continuou a insistir que a mãe estava errada e só foi convencido do contrário quando viu a avó destratar seu amigo, chamando-o de “negrinho”. É curioso observar como aos olhos de uma criança, inocente e questionadora, racismo é algo sem sentido. Deveríamos utilizar mais o nosso “olhar de criança” para ver o mundo.
ResponderExcluirAdoro esse vídeo. Adoro essa combinação entre assunto sério e toque certo de humor. E, além disso, nos lembra do quanto o racismo ainda é recorrente (e minimizado), inclusive nos esportes. Li notícias recentes de futebolistas brasileiros se queixando do racismo proveniente das torcidas dos clubes europeus. O curioso de tudo isso é o quanto a mídia brasileira abafa ou dá pouca importância a esses casos. Eles fazem questão de nos seduzir com a grandiosidade de clubes como Real Madrid e Barcelona, mas esquecem de alertar para o descaso com que, muitas vezes, as diretorias dos clubes tratam essas situações. E o mais revoltante é ver que a mesma torcida que xinga o jogador adversário de macaco, admira e venera um jogador como Ronaldinho, por exemplo. É como se em questão de segundos todos tivessem um surto de lucidez e esquecessem de valorizar a cor da pele.
ResponderExcluirEsse é antigo mais reafirma que tudo é a maneira com que olhamos as coisas. Muito bom!
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