“Em todo adulto espreita uma criança – uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completo, e que solicita, atenção e educação incessantes. Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa” – Carl Gustav Jung
Inteligência é a intuição, o seu verdadeiro eu, o que corresponde à sua essência, o seu estado interno natural e criativo.
Já o intelecto é aquilo que aprendemos com o tempo. O que vamos adquirindo durante a vida.
Normalmente, nascemos inteligentes e a vida vai nos tirando isso.
Porque sim é possível ser culto e bem educado e ainda assim não ser inteligente.
Usar a inteligência exige coragem. Exige fazer aquilo que faz o coração vibrar e fazer isso sem pensar nas consequências, porque como já disse Osho: “só os covardes pensam nas consequências”.
Mesmo que pareça imprudente, quando uma atitude é correta você sabe que ela é correta. Caso tenha dúvida basta parar por alguns segundos e pensar “eu estou tomando essa decisão por mim mesmo” ou “é a voz de alguém dizendo o que devo fazer”.
Ao responder essa simples pergunta você já é capaz de ouvir a sua própria voz.
A partir daí, faça o que ela diz sem receio, pois é quando você decide entre SIM ou NÃO é que você explora o seu potencial e se torna melhor. Ou se desvia disso e continua medíocre.
A criança que nasceu com você continuará viva até a sua última respiração. Ela é espontânea, aberta, sem julgamentos e filtros limitantes. Ela não espera que você trabalhe porque quer ser reconhecido, mas porque gosta de ser criativo.
Então, meu amigo, se tem algo errado, pare e ouça a sua criança interior. Este é um mundo bom – ele proporciona um desafio para ser cauteloso, mas é partindo ao inexplorado que você se sente extasiado, belo e criança novamente.
Como bem mostra esse lindo vídeo não-oficial da Harley Davidson.
Seu tempo é finito. Faça aquilo que faz o seu coração vibrar.
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