Tudo que se dá à leitura é texto. Afinar o olhar e saber ler o mundo é poder agir sobre ele, tecendo e destecendo a vida, assumindo a autoria de sua história. Inspirado no poema Ler o Mundo, de Afonso Romano de Santanna (1989), o portal nasceu em 2007 com a missão de mudar a perspectiva do olhar dos meus alunos de Comunicação Social e de Artes e Design da PUC-Rio. E transformou-se numa prática de leitura e de autoria fundamentada na interlocução e na parceria. luizfavilla@gmail.com
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Pontos de vista.
A Gobelins (l'école de l'image) lançou hoje 8 novas animações absolutamente encantadoras. Separamos 3 para dividir com nossos queridos leitores. Apertem o play e boas viagens. =)
Dica de Kenzo Osanai, aluno de Comunicação Social da PUC-Rio.
Achei as 3 animações fantásticas, principalmente a terceira que, apesar de curta de tempo, me fez refletir de várias maneiras. Fiquei intrigada com o final da Duo, me pareceu algo ruim, mas quem sabe...
Ao contrário da Sofia, gostei muito da Duo, é bem real e demonstra como as pessoas representam papéis em diferentes circunstâncias. Vamos encontrar pessoas desejando nosso fracasso por toda nossa vida e como a personagem, devemos ignorar e conviver com isso para conseguir nossos objetivos. Sobre a terceira animação, fiquei encantada! As crianças são realmente incríveis com toda aquela criatividade e inocência que vamos perdendo quando crescemos. Elas conseguem ver além de nós e acho que por isso o menino conseguiu fugir do lugar. Ele usa seus desenhos e ao dar o lápis para o homem, dá uma chance para que ele escape também.
O desenvolvimento narrativo de Duo nos deixa a entender um clima ruim entre as duas, uma falta de sintonia, mas no clímax da apresentação, elas demonstram uma consistência e desconstroem aquela visão de ódio, elas se gostam, mas no meio de certo estresse e irritações. Edgar com um pouco menos de sutileza, retrata bem essa questão de ter um ponto de vista diferente e ser considerado maluco. Já 8.9 mostra bem como um olhar simples e criativo pode ser favorável em condições adversas, nesses escombros, em que a vida nos coloca.
Achei as 3 animações fantásticas, principalmente a terceira que, apesar de curta de tempo, me fez refletir de várias maneiras. Fiquei intrigada com o final da Duo, me pareceu algo ruim, mas quem sabe...
ResponderExcluirAo contrário da Sofia, gostei muito da Duo, é bem real e demonstra como as pessoas representam papéis em diferentes circunstâncias. Vamos encontrar pessoas desejando nosso fracasso por toda nossa vida e como a personagem, devemos ignorar e conviver com isso para conseguir nossos objetivos. Sobre a terceira animação, fiquei encantada! As crianças são realmente incríveis com toda aquela criatividade e inocência que vamos perdendo quando crescemos. Elas conseguem ver além de nós e acho que por isso o menino conseguiu fugir do lugar. Ele usa seus desenhos e ao dar o lápis para o homem, dá uma chance para que ele escape também.
ResponderExcluirO desenvolvimento narrativo de Duo nos deixa a entender um clima ruim entre as duas, uma falta de sintonia, mas no clímax da apresentação, elas demonstram uma consistência e desconstroem aquela visão de ódio, elas se gostam, mas no meio de certo estresse e irritações.
ResponderExcluirEdgar com um pouco menos de sutileza, retrata bem essa questão de ter um ponto de vista diferente e ser considerado maluco. Já 8.9 mostra bem como um olhar simples e criativo pode ser favorável em condições adversas, nesses escombros, em que a vida nos coloca.