segunda-feira, 1 de outubro de 2012

É do caos que nascem as estrelas.


O maior erro que você pode cometer é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.
(Autor desconhecido)
Dedicado aos meus alunos de Comunicação Social que hoje terão a coragem  de revelar suas cores.

62 comentários:

  1. Ihhh é hoje o famoso e mais motivador G1 da PUC-Rio.
    Vamo que vamo, galera.
    Boa sorte p todos.
    ;)

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  2. Concordo com a frase sobre o maior erro, no entanto discordo com relação aos sonhos.
    Creio que para um sonho se realizar é necessário que ele seja cancelado.
    O medo me faz sentir motivação, falar em publico é um medo que tenho, sabendo disso tenho que enfrentá-lo.

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  3. Obrigada Favilla, ler essa frase momentos antes da g1 me tranquilizou!

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  4. Encantamento. Bom, pra mim foi fácil achar a profissão dos sonhos. Eu não precisei pensar no que eu queria fazer, mas quebrei a cabeça para conseguir passar para a turma tudo o que eu queria. Isso não significa que não gosto da minha realidade de hoje, eu estou absolutamente realizada dentro da Comunicação.
    Mas, não era isso que eu ia dizendo... Vim pra falar de encantamento. A vivência dentro de sala hoje me ENCANTOU. A experiência do todo e a troca com cada pessoa me encantaram. Foi uma oportunidade incomum, única e muito intensa. Senti ali mesmo que estava crescendo como pessoa. Estar ali na sala enquanto as pessoas se abriam sem nenhum pudor, me despertou um lado afetivo muito grande por cada um. Eu queria abraçar cada uma daqueles seres humanos, simplesmente por estarem ali. Notei muita coragem em cada pessoa, como se elas confessassem um pouco de si para os outros.
    Eu estou absolutamente eufórica, esse trabalho mexeu profundamente comigo. Foi desafiador, motivador e muito estimulante. Eu queria agradecer aos meus companheiros de sala por terem tido a coragem – digna de aplausos – de compartilhar sentimentos tão pessoais comigo. Queria agradecer ao meu professor por proporcionar um trabalho que se preocupa em entender e descobrir seus alunos. Obrigada também por terem me acolhido, me envolvido com suas caras de interesse e me aplaudido ao final.

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    1. Grato por seu olhar fraterno e muito sensível, Juliana. É muito gratificante ver o voo solo de cada um de vocês. Faz de mim uma pessoa melhor e um educador cada vez mais apaixonado pela missão de educar. Aprendi com Paulo Freire que "Ama-se medida em que se busca comunicação, integração a partir da comunicação com os
      demais. Não há educação sem amor. O amor implica luta contra o egoísmo. Quem não é capaz de amar os seres inacabados não pode educar. Não há educação imposta como não há amor imposto. Quem não ama não compreende o próximo, não o respeita. Não há educação do medo. Nada se pode temer da educação quando se ama."
      Parabéns pelo trabalho encantador que você nos brindou na tarde de hoje.
      =)

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    2. Fernanda Henriques- 15hrsterça-feira, outubro 02, 2012

      Adorei ju!!! concordo com cada palavra, você se expressou muito bem e acho que com certeza conseguiu mostrar um pouco do que cada um sentiu hoje!!!

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  5. Acho que nenhum trabalho foi tão singular para mim quanto esse. Sem dúvidas, mostramos todas as nossas cores, nossos borrões e aquarelas. Retirar a barreira que nos separa do mundo e daquelas pessoas que vemos todos os dias, e tudo isso com o mais nobre dos encantos.
    Um dia me disseram para não desperdiçar as possibilidades que o universo pode nos oferecer. Porque mesmo que errássemos, se tivéssemos feito tudo com o mais puro sentimento do nosso coração, aí então o iríamos errar o erro certo.

    E que assim seja...

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  6. Vocês foram corajosos como só autores são capazes de ser, Patricia. E o resultado foi mesmo emocionante. =)

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  7. Fernanda Henriques- 15hrsterça-feira, outubro 02, 2012

    Até hoje antes da minha apresentação, eu estava super nervosa, rezando para que acontecesse logo, com receio da hora da verdade e com muito medo de não conseguir alcançar as expectativas esperadas e decepcionar. Logo depois que os meus companheiros foram se apresentando, eu fui relaxando, me sentindo bem em estar ali, amandando a história de cada um, trazendo um pouco das experiencias deles para mim. Na minha vez eu ainda estava um pouco nervosa sim, mas consegui fluir bem mesmo com meu imenso medo, e depois na aula eu fiquei muito feliz com o resultado, eu me senti realizada por ter tido a chance de fazer esse trabalho, fiquei conversando horas com as meninas sobre como esse projeto nos fez bem, ficamos mega satisfeitas por usar essa oportunidade como base de várias outras coisas nas nossas vidas. Eu nunca vou me esquecer dessa G1, vou sempre lembrar de não deixar meu medo dominar minhas ações e sim os meus sonhos.

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    1. Fernanda, grato pelo olhar atendo e delicado. Grato tb por dividir com a gente seus sonhos. Parabéns pelo trabalho. =)

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  8. Favilla, obrigado. Sério mesmo, nunca passei por nada parecido.
    Acho que mais legal do que a minha própria apresentação, em que eu me surpreendi comigo mesmo, foi ver os outros compartilharem seus sentimentos com todos.
    Estou seriamente cogitando repetir o período para passar pela mesma experiência semestre que vem! XD
    Bom demais mesmo!
    O semestre ainda está no meio e já posso dizer: você nos empurrou do ninho!

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    1. Fabio, a sorte decidiu que sua apresentação seria a primeira da tarde. Sorte nossa. Fomos contagiados por um sentimento de fraternidade que perdurou durante todas as 53 apresentações. Que bonito foi ver cada um de vocês voar sozinho. =)

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  9. Obrigada por ter proposto esse trabalho! O processo todo foi muito interessante... Desde o início, pensando em todas as possibilidades de caminhos para seguir, até escolher um e pensar na melhor maneira de o explicar aos outros. E aí chegou hoje, o dia em que aquela K 114 virou um mundinho paralelo onde nossos sonhos se tornaram mais reais.
    Sabe, às vezes esse tipo de coisa pode passar meio batida, mas pensando aqui eu tenho certeza que esse projeto foi muito mais do que um simples projeto de G1. Você colocou a gente pra pensar e explorar novas possibilidades. Isso é o "sair da caixinha" elevado à milésima potência. Perceber que o mundo é muito maior e as estradas muito mais ramificadas. É dizer: você pode, sim, ser o que quiser. E é claro que a vida não é toda cor de rosa e "o buraco é mais embaixo", mas as possibilidades são muito maiores do que as que a gente normalmente enxerga.
    Enfim... Está sendo uma delícia aprender a ver essas coisas.

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    1. Juliana, recebi o link de seu filme e o texto da narrativa. Parabéns pelo seu delicado trabalho. Encantou todos nós.

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  10. Muitas coisas foram esclarecidas pra mim enquanto eu fazia o meu texto. A certeza de que a profissão que eu escolhi me encanta e encanta ao próximo me faz sorrir a toa. Antes, vendo as apresentações, as borboletas na minha barriga voaram sem parar, misturando insegurança, vontade de querer compartilhar com todos, de alegria, de medo... Tudo muito bom. Na hora a gente treme e tudo mais, e quando acaba tudo que eu quero é repetir, e de novo e de novo e de novo. A aula foi sensacional! Conhecer mais de cada um foi especial, e se surpreender com todos foi inesquecível. Cada um com o seu tom, com a sua experiência, com a sua visão de mundo. Com certeza esse trabalho vai ficar nas lembranças.
    Meu obrigada, Favilla.

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  11. Sonoplasta Maria Theresa, obrigado por me fazer chorar na tarde de ontem. Seu trabalho foi delicado e envolvente. Transpareceu o foco e a dedicação investidos na ideia. Deixou a turma absolutamente encantada. =)

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  12. Favilla e alunos, fico encantada só d ler esses comentários. Adoraria participar dessas fantásticas aulas. Permitir/estimular ao aluno alçar grandes voos é um desafio para o educador, mas é minha busca. Sucesso para vocês. Parabéns!

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  13. Nossa, foi um momento muito especial. Todos compartilhando seus sonhos e vencendo seus medos. Conhecer mais um pouquinho de cada um, ver o 'outro eu', ver que se pode ser único de várias formas diferentes... foi muito bom.

    A delicadeza e o trabalho que todos tiveram, os docinhos, as imagens, os sons. Foi envolvente. Me senti muito confortável nesse meio aconchegante, de verdade.

    Só lamento que não consegui exibir meu vídeo com o som bom, ficou baixo... =\
    E eu ainda tenho que melhorar esse meu lado de ficar angustiada por achar que eu poderia ter feito melhor, porque eu realmente poderia. Não sei se isso é bom ou não, mas enfim, gostei MUITO da G1, foi encantador.

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  14. Foi o trabalho mais fácil e mais difícil que já tive que fazer. Fácil pois não precisei decorar nada e falei sobre um assunto de meu total interesse. Difícil pois o nervosismo atrapalhou para transmitir minha paixão por aquilo para a turma. Sempre fico com a sensação de que poderia ter sido melhor. Mas falando da turma no geral, mesmo não podendo ver todas as apresentações ( INFELIZMENTE!!!!) fiquei encatada com todos. deu pra ver a paixão nos olhos de cada um, a sinceridade e total entrega. Fiquei muito emocionada, me senti próxima de cada pessoa ali presente e até criei um certo laço de carinho. No momento em que aplaudiram meu trabalho, senti que não foram aplausos por educação, as pessoas realmente aplaudiram porque quiseram e foram aplausos calorosos que até me deixaram sem graça e com vontade de chorar ! Muito obrigada por proporcionar essa experiencia, é algo que com certeza levarei como lição e com mt carinho pro resto da vida. Meus sinceros parabéns pelo incrível trabalho!! CURTI TUDO! (relembrando minhas plaquinhas encrementaram diversas apresentações hehehehe)

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  15. Engraçado. Desde que você anunciou, no primeiro dia de aula, como ia ser a G1, me preocupei. Mas deixei a preocupação de lado porque ainda faltava muito tempo. Quando faltavam 2 semanas pro dia da apresentação, fiquei muito nervosa porque não conseguia escolher nada. Eu, na verdade, sempre tive em mente a profissão dos meus sonhos, mas não conseguia arrumar um meio criativo de me apresentar, ou algo que encantasse todo mundo na hora de falar. Quando decidi que a profissão escolhida seria DE FATO a profissão dos meus sonhos, e a que eu tinha em mente durante todo o tempo, percebi que não importava se eu tinha uma apresentação criativa, diferente.
    Contanto que eu fosse verdadeira com o que eu falasse, com o que eu estava sentindo no momento, e conseguisse cativar os outros apenas com meu discurso. Compartilhar a emoção que eu senti, algo que eu sinto há muito tempo. E acho que fui bem sucedida. Assim que contei para minhas amigas o que tinha decidido, elas falaram: "Isso é muito você!"
    Então acho que fiz bem em fazer uma apresentação simples, mas que representasse quem eu sou. Afinal, no primeiro dia de aula, escolhi 'simplicidade' como uma das minhas palavras preferidas.
    Gostei MUITO de todas as apresentações que assisti, todo mundo apresentou muito bem e realmente me senti emocionada em algumas apresentações. Foi um dia realmente especial.
    :)

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  16. Eu sinto que a cada aula eu conheço um pouco mais dos meus colegas de turma e meu professor, hoje eu a os vejo com olhos diferentes comparados ao primeiro dia de aula, é como se fosse criando um laço afetuoso entre a gente. Depois das apresentações de ontem senti isso mais forte ainda, fiquei encantada com as apresentações, com as histórias contadas por cada um, eu pude conhecer um pouco mais sobre eles. Me identifiquei vendo o nervosismo nos olhos e nos gestos de cada um, o que me tranquilizou, pois eu também estava assim, e no final foi tudo tão tranquilo, tão natural, as apresentações foram lindas, todas tinham uma história, um porque encantador. Quando eu fui me apresentar o nervosismo veio a flor da pele, meu maior medo era que as pessoas não gostassem, não entendessem, ou que sei lá, desse tudo errado, mas a medida que eu fui falando, olhando pra cada um, vi olhares e sorrisos tranquilizantes, que pra mim soaram como "calma, segue em frente, vai dar tudo certo", e no final deu tudo certo. Se fosse pra fazer de novo, eu faria de novo, ficaria nervosa, com medo também, mas boas sensações causam frios na barriga. Como eu falei no post anterior, li essa frase antes de ir para aula e me deu mais força, e com certeza eu não quero nunca deixar que o medo me atrapalhe.
    Muito Obrigada, Favilla, pelo dia de ontem, por esse trabalho encantador que você nos proporcionou, obrigada também por suas aulas, que a cada dia eu aprendo mais e mais a sair da caixinha. Muito Obrigada também aos meu colegas por me envolverem nas suas apresentações emociontantes!

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  17. Primeiro, eu queria agradecer a cada colega de classe pelas apresentações, cada uma delas foi sedutora do seu jeito e isso foi o que me deixou mais feliz! Gostei de ver que conheci um pouquinho mais de cada uma das pessoas que irei conviver pelos próximos 3 anos. Obrigada, pessoal, vocês arrasaram! Agora, queria agradecer ao Professor, pela oportunidade de apresentar o meu projeto. Minha idéia ainda está no papel, mas a apresentação de ontem me fez acreditar que ela pode ser muito mais que um sonho. Pode ser realidade! Eu criei o meu universo próprio e tive a oportunidade de apresentar o meu primeiro modelo de negócios a um grupo muito legal (com pessoas que eu me identifico muito). Obrigada por me deixar livre! Além disso, ontem eu descobri que posso, acima de tudo, ser uma ótima ouvinte e leitora de mundo! Fiquei encantada e viajei com cada uma das profissões apresentadas! Amei!

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  18. Quando chegou minha vez nem acreditei. Meu trabalho já estava pronto há pelo menos uma semana, eu sabia o que eu ia falar, mas naquele momento parecia que eu não tinha nada preparado, parecia que eu nem sabia de qual assunto se tratava. Mais uma vez o medo tinha se apossado de mim. Fiquei nervosa, e muito, mas tentei me acalmar, respirei fundo e apresentei. Aqueles 5 minutos que normalmente passam voando pareceram uma eternidade. Falei de algo que amo, mas acreditava que para muitos não se passava de um clichê. E ao contrário disto, todos me ouviram e mostraram estar penetrados no que eu dizia. Senti-me bem depois, senti-me acolhida. Mas mesmo com este sentimento percebi que às vezes a timidez além do medo nos impede de sermos claros e objetivos. Espero ter passado para todos o que eu pretendia. Mostrar que desde pequena meu amor pelos animais, principalmente cães é enorme. Do mesmo jeito que eles dependem da gente, parece que eu dependo deles. Até agora, em meus 20 anos de vida, não tive felicidade igual a aquela que é transmitida por aquele animal tão carinhoso e indefeso. Não suporto nem imaginar o sofrimento que muitos passam por causa de nós, nós humanos que dizem seres racionais. Nós que sentimos amor, saudade, compaixão, sentimentos tão fortes. Se já é difícil compreender o ser humano imagina um animal que não possui o “privilégio” da fala. Não pode argumentar e muitas vezes nem se defender. Tenho vergonha de me dizer da mesma espécie de uma pessoa cruel, que maltrata e mata sem dó nem piedade, e o pior, é que muitas destas vezes nem eles mesmos sabem qual foi o motivo. Eu escolhi uma música que achei ter haver com meu trabalho, é como se eles quisessem nos dar um recado e neste recado diz “Eu tenho tanto pra lhe falar, mas com palavras não sei dizer como é grande o meu amor por você. E não há nada pra comparar para poder lhe explicar como é grande o meu amor por você. Nem mesmo o céu nem as estrelas nem mesmo o mar e o infinito não é maior que o meu amor por você. Me desespero a procurar alguma forma de lhe falar como é grande o meu amor por você. Nunca se esqueça nem um segundo que eu tenho o amor maior do mundo como é grande o meu amor por você.”

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  19. Pilar Feldman - 15 hrsquarta-feira, outubro 03, 2012

    Já vinha sabendo desta G1 desde semestre passado quando minha amiga me contou. Estava super nervosa e ansiosa também. Ela fez sobre bolinha de sabão. Uau! Que viajante. Como vou viajar tanto assim??? E logo chegou no primeiro dia de aula, com você explicando a G1. Já fiquei super ansiosa também. Desde lá venho pensando, pensando. E eu queria, porque queria SAIR DA CAIXINHA!! A ideia surgiu quando, ao me deitar um dia, pensei em como seria bom uma fronha que captasse SONHOS. Que pudessemos vê-los. De verdade, eu AMO sonhos! Acho uma coisa mágica, profunda e significativa. Acabei pensando no produto e me veio a profissão. Pronto, ta aí! Vendedora de sonhos. Que viagem... Consegui sair da caixinha e inventar uma profissão!! Contava para vários amigos, pois achava um máximo e super diferente este trabalho. Mais uma vez incentivando a criatividade, coisa que adoro!! Comecei a sentar na piscina do meu prédio e pensar no porque daquilo.
    No dia da apresentação, estava muito nervosa. As pessoas antes de mim estavam contando historias reais, emocionantes, ou de sua verdadeira profissão dos sonhos. E eu, com aquela coisa inventada. Mas com a certeza de que tinha saido da caixinha! Enfim, foi! Li um texto pois não adianta, sou MUITO timida e estava MUITO nervosa. Criei aquele texto, o que me confortou. Gostei de me produzir para a apresentação, criar aquele cartaz, gosto de tudo bem enfeitado. Foi muito aliviante e ao mesmo tempo mostrando que posso sim ser criativa. Eu amei pensar, criar e ver este trabalho feito.
    Bom, além disso tudo, ouvir os outros foi MARAVILHOSO. Por mais que o meu tenha sido uma simples viajada, outros tiveram tamanha coragem de contar coisas tão pessoais, e pude sentir em cada um, um carinho inexplicável. Parece que passamos a conhecer um pouquinho mais, ou um segredo de cada um. E realmente devo agradecer por ter um momento como esse. Estava nervosa e com o tempo fui me acalmando. O clima ali é muito bom, ouvir e ser ouvido, aplaudir, rir, chorar.. foram tantos sentimentos... Realmente, incrível! Obrigada Favilla.

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  20. Também quero agradecer a turma e ao professor Favilla, por terem proporcionado um momento tão especial e encantador como a tarde de segunda-feira! Antes de me apresentar, meu coração estava a mil, as palavras pareciam fugir, a ansiedade pulsava dentro de mim! Quando finalmente eu estava lá na frente e decidi começar, eu olhei pra turma e vi pessoas dispostas a me compreender,a apoiar o meu sonho, foi nesse momento que me senti acolhida e nada mais faltava para eu vencer a insegurança e o medo que restavam em mim!
    Respirei fundo e apresentei meu trabalho dos sonhos!
    Desistindo de conciliar razão e emoção, deixei meu coração falar mais alto. Foi então que sentimentos, ideias, palavras, se transformaram em poesia.
    Posso dizer que a melhor coisa foi no final, ver o quanto estou aprendendo e crescendo esse período, obstáculos estão sendo ultrapassados, expectativas sendo atingidas e muitas lições estou levando para minha vida.
    Nessa G1 acredito que muitos "saíram da caixinha", se superaram, encantaram, aceitaram o desafio de se arriscar, abrindo o coração!
    Com certeza esse trabalho superou as minhas expectativas, sai da aula encantada! Parabéns a todos!!! Adorei as apresentações! Consegui ver no olhar de cada um a vontade de ir em busca do seu sonho, independente dos desafios!

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  21. Comentando agora, mais calmo, dois dias depois da apresentação, acho que posso avaliar melhor a G1. Sinceramente, não cabe a mim falar de temas, ideias, e das diversas maneiras utilizadas para apresentarem. Foi um caldeirão de emoções. Cada apresentação mais arrepiante que a outra. Era isso que imaginava do curso de Comunicação. Quando terminei meu texto, em casa, fiz questão de apresentar para os meus pais e para minha namorada. Na hora, foi uma atitude muito comum, porém, depois, quando parei para pensar, estava fazendo algo que não fazia a tempos. Não lembro a última vez que mostrei algum trabalho para os meus pais. Que ridículo! Que emocionante! Me diverti muito com o trabalho, foi muito mais do que didático. Nos trouxe, do passado, a pureza da nossa infância. Todos queriam fazer algo legal, algo apaixonante. Parafraseando a Juliana Simony, "A vivência dentro de sala hoje me ENCANTOU." Parabéns, Favilla! Obrigado por essa oportunidade! Espero tê-lo encantado com minha apresentação. Grande abraço!

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  22. Acho que no primeiro comentário falei da minha relação com o medo e sonhos.

    Agora sobre o trabalho de G1:
    Eu gostei bastante da ideia que tive e tentei buscar ao máximo algo que as pessoas da sala entendessem a real questão do meu trabalho, a educação. Não pretendo fazer uma empresa, mas imagino que com a minha apresentação os alunos da turma tenham mudado as atitudes não apenas com relação ao banheiro ou qualquer outra questão que apresentei e sim tenham levado em conta a educação.
    Tentei dar um ar cômico e acho que consegui.
    Fiquei um pouco nervoso, não vou negar pois sempre em apresentações me sinto assim.

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  23. Foi uma experiencia muito construtiva. Num primeiro momento, não sabia o que e como apresentar. Daí surgiu a ideia de apresentar as minhas tentativas profissionais. Durante o processo, acabei descubrindo o que dizer, ou seja, escrito, contador de histórias. Então nada melhor que contar a minha história. Mas com um "algo" a mais. Foi bem interessante e espero que tenham gostado.

    Luiz Carlos - 13 horas

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  24. Agradeço ao professor por nos proporcionar este momento EMOCIONANTE! Consegui ver paixão em cada olhar que se apresentava. Fui tentando me controlar, tentando não ficar nervosa e funcionou cheguei na frente da turma e viajei ao vender meu sonho, viajei no que eu amo fazer. Acredito ter passado um pouco de mim nesta apresentação, fui pra casa pensando e não consegui descrever o que eu senti, a sensação foi única.

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  25. Eu nunca tive dúvida alguma sobre qual profissão eu ia seguir. O mesmo não aconteceu com a apresentação de G1, hahaha. Desde que soube o que seria a nossa G1 eu já sabia qual profissão iria falar, mas não sabia o que fazer para sair da caixinha. Pensei em muitas coisas diferentes e divertidas para fazer, mas nada me agradava de verdade. Foi então que comecei a pensar - " Por que não fazer o básico, o que eu realmente gosto e sei fazer?". Depois disso tudo ficou mais fácil, as vezes sair da caixinha não é a única solução. Fazer o que você sabe, mesmo que não seja "diferente", pode ser o certo. Fiquei com medo de não dar certo, afinal, narrar um gol antigo, sem som ambiente em sem público, poderia ser um pouco estranho. Dei sorte de ter uma turma animada e que soube muito bem seguir a minha idéia e dar a emoção que faltava para a minha apresentação.
    De verdade, a coclusão que eu cheguei foi que, mesmo sendo um trabalho individual, eu precisava da ajuda de todos. Assim como tudo na vida, não podemos ser únicos e isolados. Mesmo quando achamos que tudo depende de nós mesmo, estamos errados.

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  26. Pedro Antonio Guimarãesquarta-feira, outubro 03, 2012

    O trabalho não foi uma coisa habitual. Mas na mesma hora que e-mail foi mandado e eu li, tive a ideia do que fazer. Ao montar o trabalho meus pais se assustaram com o fato deu levar vela pra faculdade; e quando disse que era um apresentação, eles ficaram mais chocados ainda. Mas uma coisa veio na minha cabeça: Talvez eu nunca mais tenha dentro do curso ou na vida outra oportunidade de me expressar de uma forma tão "eu". Enfim, algumas explicações que talvez tenham ficado turvas. A vela e fogo não são só a parte estética do trabalho; significam vida, força, luz, conhecimento.
    Tentei fazer algo que me surpreendesse e também a todos. Tentei me mostrar da maneira mais clara possível, tentei ser o tal "Pedro Guimarães" que falei na apresentação. Eu fico muito grato, pela oportunidade de ser um autor, de um criador, ou seja ser "eu".














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  27. Talvez, dizer um simples "obrigada" ao Favilla pela oportunidade, seria insuficiente para o sentimento de realização que, mais uma vez, me invadiu. Aquele momento compartilhado foi INEFÁVEL! Estou impressionada até agora com os talentos revelados, pela simplicidade, pelas habilidade, pelas oratórias e por todo aprendizado que tive naquelas duas horas.
    Como disse a Juliana Faria, foi muito mais que uma simples G1. Aquele exercício despertou em nós nosso melhor, desenterrou nossas motivações e nos permitiu desfrutar dos sonhos compartilhados.
    Estou feliz, estou em paz!
    Quanto à frase do blog, fiquei feliz também por não ter deixado o medo me paralisar. Aliás, tenho aprendido a passar por cima do medo de errar. Se errar, errei, o que eu não posso, é não arriscar... Já pensou que desastre?
    ANDREIA COUTINHO- 17h

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  28. Gabriel Abdalla Abrunhosaquarta-feira, outubro 03, 2012

    Falar do que gosta, pelo menos para mim, é muito fácil, basta apenas demonstrar os verdadeiros sentimentos por aquilo, em que se reais, as pessoas que assistem sentirão a vericidade sendo passada. No meu caso, adoro falar em público, e com meu carisma, acabo cativando quem olha, chamando-os para mim e retendo suas atenções.
    Futevôlei realmente é algo que vive dentro de mim, algo que realmente eu amo, com isso foi até fácil me expressar. Foi ótimo, aprimorei minha técnica de apresentação, e ainda aproveitei para fazer uma viagem pela minha vida, desde quando era pequeno, quando tive meu primeiro contato com a bola, até os dias de hoje, em que continuo me divertindo e me realizando com ela, principalmente na praia, com sol, amigos e família.

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  29. Acho que a sensação que tivemos foi muito parecida, então não vou repetir o que os outros alunos jã colocaram tão bem. Mesmo assim, preciso reforçar certas sensações, as quais foram, ao meu ver, as mais interessantes.
    Primeiramente, nada superou perceber que muitos de nós estávamos passando pelo mesmo estado de enorme ansiedade, curiosidade, e até medo. Não que eu fique feliz ao reparar na desgraça alheia, mas admito que me ajudou a ficar um pouco mais calmo, já que serviu de lembrete para o fato de que somos todos seres humanos e que nos encontramos em um interminável processo de evolução. Não haveria o menor problema em errar, ainda mais quando a platéia também é composta por seres humanos, e eles com certeza compreenderiam.
    Depois veio a apresentação, e o enorme leque de sensações advindas daí. Naturalmente que o nervosismo estava lá, assumindo controle dos meus joelhos. Mas ele não prevaleceu, tendo a satisfação sido, sem sombra de dúvida, a vencedora. Devo tudo isso a todos que estavam lá na sala, e que assistiram de verdade ao que eu tinha a dizer, me mostrando que não sou tão desinteressante quanto normalmente penso ser.
    Tentei não ser repetitivo, mas não consegui. Somos muito parecidos, e muito especiais. Foi isso o que aprendi com essa G1, e pretendo levar para a vida.

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  30. Foi um momento muito emocionante de compartilhar o que eu amo fazer e mostrar quem eu sou. Vivo e respiro a dança! Em acertos, tropeços, nervosismo e choro passei o que eu sinto enquanto crio ou danço. Houve momentos engraçados e tristes que valeram muito a pena de apresentar para meus amigos um mundo diferente, fora da realidade de muita gente. Aprendi muito com as outras apresentações e percebi uma coisa em comum entre todas as profissões escolhidas ... a PAIXÃO! Vi nos olhos de cada um, o brilho no olhar de estar falando sobre o que gosta. Foi essa forma que planejei passar o extraordinário de minha escolha e falar sobre o mundo paralelo em que vivo enquanto danço. Foi uma sensação maravilhosa de me sentir acolhida pela turma e uma ótima experiência que vou levar para o resto da minha vida.

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  31. Desde o começo do semestre fiquei com esse exercício no pensamento. Quando se escuta de primeira pode parecer fácil, mas não é. A maior dificuldade é conseguir sair da caixinha, fazer algo diferente e criativo. Foi um grande trabalho, me emocionei com muitas apresentações.
    Acho complicado falar da minha própria apresentação. Dei o meu máximo e fiquei feliz por falar de algo que sempre tive vontade de fazer como profissão. No entanto, gostaria de ter feito algo mais inovador e emocionante, mas a criatividade não me ajudou tanto dessa vez.
    Obrigada pela experiência, Favilla. Tenho certeza que esse trabalho e as aulas de técnicas 2 ficaram marcadas na memória.

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  32. Ana Beatriz Guimarães 13quarta-feira, outubro 03, 2012

    As apresentações foram excelentes ao meu ver. O motivo não foi nem a tão temida saída da caixinha, mas sim o encantamento esquecido por todos. Cada profissão que eu vi foi defendida com um amor e uma paixão tão nítidas que não tinha como alguém não ser contratado. O principal acaba sendo isso, ver como a vida fica mais fácil e bonita quando nos apaixonamos pelo o que somos e queremos ser, pelo o que está ali em nossa volta. Encaramos o medo e foi demais. Quantas falas esquecidas e engasgadas, quantas mãos tremendo segurando colas práticas, quantas pernas bambas, mas tudo isso foi facilitado pelo encantamento de falar do que nos envolve. Valeu muito a pena professor.

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  33. Primeiramente, peço obrigada por me estimular ao desenvolvimento da minha profissão. Eu me cobrei muito.Eu fiquei pensando o tempo todo em criar algo que fosse diferente, que não existisse, embora seja muito estranho porque eu já disse que não tenho muitas idéias para a área de criação.Não sei se foi exatamente legal o que eu quis apresentar, mas eu me senti muito estimulada.fiquei tentando elaborar o trabalho umas duas semanas, estava com medo de não conseguir.Achei que eu tinha que passar algo muito profissional,como se fosse um emprego de verdade.
    Pena que eu não pensei em algo levando pro lado emocional, porque as demais apresentações levaram muito para esse lado.Foi emocionante! Cada um com seu jeitinho! Passei a gostar de pessoas que nem tenho contato, só pelo fato de eu me emocionar com as suas histórias.Obrigada, professor!A g1 me serviu como um desafio! Desafio de algo que não estou acostumada e que, aos poucos, posso estar me descobrindo.

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  34. Eu adorei fazer a apresentação, Favilla. Não só de fazer mas também de ter escutado histórias incríveis. Com a correria das aulas, acabamos conhecendo pouco e de forma mais superficial os outros alunos, nos aproximamos pra valer de poucos. Esse G1 me fez ver as pessoas incríveis que estudam comigo. Não só em relação ao trabalho em si, mas em relação às suas histórias. Foi emocionante e super divertido. Em muitos casos, aconteceu exatamente isso: "é do caos que nascem as estrelas". Muitas vezes precisamos passar por certas dificuldades para nos tornarmos grandes e pessoas incríveis.

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  35. Como em uma tragédia grega, a G1 me serviu para dividir uma de minhas maiores angustias. Eu tremi e temi muito, afinal não é fácil se falarmos abertamente sobre nossas fraquezas e imperfeições, mas foi importante para diminuir o peso delas sobre mim.

    Obrigado Luiz e obrigado Luizinho!

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  36. Não estava exatamente com medo do que o G1 poderia ser, mas sim, MUITO animada. Fui acordada às 9 da manhã com a Duda tocando o interfone que já estava na portaria e queria apresentar seu projeto pra mim, porque ela sim, estava nervosa. Foi de pijama e descabelada mesmo que ouvi sua apresentação e me encantei pelas coisas que já não sabia da minha melhor amiga. Fiquei super orgulhosa. Era minha vez de apresentar pra ela. Ela ficou super animada e tinha certeza que a turma iria adorar.
    Lá estava eu, primeira vez que cheguei na faculdade antes do professor entrar na sala, super hiper animada! Tinha me produzido toda para encorpar bem o papel que estava vendendo. Fiquei muito decepcionada ao saber que seria a última, mas ao longo das apresentações, fui vibrando com cada um que ficava ali. Fábio, Alexia.... Ambos encherem meus olhos de lágrimas. Realmente, foram muitas emoções.
    Aí faltavam umas quatro pessoas quando já era 14:51. Cada uma teve que correr mais que a outra. E eu, a bendita e abençoada última, tive que falar loucamente e nem pude aproveitar o momento. Queria ter respirado, ter falado cada palavra com mais emoção... Mas, começar minha apresentação às 15:05 já era cortar no horário da outra turma.
    Só agradeço a minha própria turma pelo apoio e por continuarem na sala. A Duda, como outros, tinham prova, e não puderam assistir minha apresentação.
    Confesso que saí da sala muito frustrada, muita chateada, muito decepcionada.
    Preparei o projeto com tanto carinho, com tanto encantamento, e depois, não tive a oportunidade de encantar minha platéia.
    Sim, muitas vezes o script da vida não é como esperamos, e temos que agir e pensar rápido. Acabei fazendo isso, certo? Mas achei de uma forma extremamente injusto eu e as outras quatro meninas termos que nos virar nos trinta.... Todos tiveram sua chance de esgotar o tempo e encantar no tempo preciso. Chorei, e muito, porque não encantei como queria, e não queria trinta, queria todo o tempo que todos tiveram. Queria isso não só pra mim mas para as outras que também foram prejudicadas.
    Não acho que o trabalho em si seja algo ruim, afinal, foi uma delícia fazer. Foi ainda mais gostoso ver os outros brilhando e se orgulhar de quem você nem conhece direito.
    Só queria ter tido tempo suficiente de explicar o porquê da minha blusa de paetê super chamativa, o meu delineador roxo... Ou seja, meu look super star. Queria ter me sentindo a super star. Mas me senti uma pessoa que precisava falar muito rápido, pois a outra turma já estava esperando para entrar.

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  37. O medo é um dos sentimentos mais comuns. São como monstrinhos que habitam nosso interior e nos impedem de sermos nós mesmos. Suas aulas, Favilla, reprimiram o meu monstrinho. Ele se perdeu dentro de mim, e estou muito aliviada. Essa G1 me transformou completamente, de uma menina insegura e tímida me tornei confiante, além de me sentir super à vontade na frente de uma turma inteira me olhando. Os olhares! Esses olhares que antes me amedrontavam, hoje me trazem carisma e conforto. Eu passei por cima de qualquer baixa estima e me mostrei, nua e crua, verdadeiramente eu. Obrigada, professor! Obrigada, amigos! Que esse aprendizado nos acompanhe por toda nossa trajetória, e nos traga a possibilidade de fazer o incrível e inimaginável em trabalhos ou apresentações futuras.

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  38. Minha experiência da G1 começou muito antes da apresentação. Fazer algo criativo e que possa interessar e cativar os outros não é uma tarefa simples. Tive várias ideias diferentes e resolvi inclusive mudar de profissão. Por uma simples questão de não conseguir fazer da forma q eu esperava inicialmente tive a ideia de usar o vídeo. Acho que no final todas as minhas dúvidas acabaram formando o meu trabalho. Mesmo achando que tinha ficado no mínimo interessante foi difícil não comprar com outras apresentações, que se mostraram magníficas. Mesmo assim procurei apresentar com a paixão do momento, sem nenhum papel que explicasse o que eu quero ser. Queria sentir e falar dos meu sentimentos. Minha intenção era que todos pudessem entender o prazer que essa profissão me dá. Será que consegui transmitir isso? Não sei, mas espero que tenha conseguido cativar pelo menos uma pessoa da turma. Se alguém compreendeu profundamente o meu sentimento pra mim já basta.

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  39. Mariana Totino - 17hquarta-feira, outubro 03, 2012

    Na verdade, eu não pensei em muitas possibilidades. Desde o início eu sabia que queria falar da realidade, da carreira que eu optei seguir na minha vida (por enquanto, pelo menos). O desafio era tornar isso dinâmico, para não ficar uma chatice só. Realmente pensei que ia ficar muito chato e que a turma toda iria bocejar e cair no sono. Pensei também em fazer powerpoints (mas sou péssima nisso).
    Como eu disse na minha apresentação, eu não tenho nenhum projeto atual e interessante para falar no momento. Então, eu escolhi ser sincera. Busquei brincar com a falta de experiência (profissional) que tenho e usei dois exemplos para dar um toque de humor e não cair na pura chatice.
    Bom, não sei se alcancei o desejado, mas, no final, gostei muito da experiência. Fiquei muuuuuito nervosa. Ver tantos trabalhos maravilhosos foi me deixando mais insegura...
    Foi encantador. Adorei todos os trabalhos da minha turma. De verdade. Foi lindo ver a coragem, a segurança, a sinceridade, os “efeitos especiais”, os textos muito bem escritos e as “produções”. Me emocionei e me diverti, foi de arrepiar.

    Obrigada!

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  40. Maria Eduarda Azeredo 13hrsquarta-feira, outubro 03, 2012

    Eu fiquei muito feliz por você ter passado este desafio para nós professor. O mês inteiro me preocupei com isso e quase deixei meu medo de falar em público interferir no trabalho. Fico muito feliz pelo seu incentivo em completar esta tarefa, e fazer-nos expor nossos sentimentos e tentar expandir nossa criatividade. Eu treinei para esta apresentação e sempre dava 10 minutos. Quando chegou a hora de me apresentar, eu acho que seus esforços de fazerem as pessoas da turma se conhecerem mais e ficarem mais confortáveis realmente funcionaram. Não sabia que eu gostaria tanto de falar sobre minha vida e dividir meus sonhos com todos. Obrigada mesmo pela oportunidade.

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  41. Preciso dizer que me surpreendi com esse trabalho. De alguma forma, todo aquele "medo" de fracassar fez com que me conhecesse melhor. Foi muito bom, emocionante. Me encontrei num momento perdida. Foi muito bom "dar voz ao mudo". Participar dessa aula, ver toda a dedicação dos outros alunos, a emoção de cada um deles. Essa bagunça toda fez parte do meu "encontro". Amei.

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  42. No caminho de volta pra casa, só conseguia pensar nas apresentações. Só conseguia pensar que essa acabou sendo uma forma muito original de saber e conhecer um pouco sobre as pessoas que estudam do meu lado. Um pedacinho de tempo, 3 minutinhos apenas, permitiram que cada um de nós pudesse se abrir um pouco. E eu gostei muito de ter essa chance. A minha apresentação, na verdade, tem muito a ver com o momento da minha vida que eu estou passando. Se antes a preocupação maior pra mim era escolher a minha profissão, por causa do vestibular, hoje não é mais. Eu só pensava nisso, eu e meus amigos só falávamos disso, a minha família só perguntava isso. Mas agora, quando reencontro meus amigos do colégio, a conversa mudou, é claro. Mas depois desses reencontros eu sempre fico com uma sensação boa dentro de mim. Vendo que cada um escolheu (ou está escolhendo) seu rumo, seus gostos, seus interesses. E dessa forma, eu consigo valorizar o que cada uma dessas profissões representa no nosso meio. O que acaba sendo um pensamento muito mais maduro comparado ao que eu tinha alguns anos atrás. E desta mesma forma, consegui fazer o mesmo com cada uma das profissões escolhidas pelos colegas que se apresentaram. Foi possível admirar cada um por algum detalhe. A coragem do discurso de um, a “presença de palco” de outro, a forma como um fala sem nem tremer a folha que segura, a criatividade absurda de outros e muitas outras particularidades da forma como as pessoas se apresentaram lá na frente. Não foi fácil. Eu tremi a folha, devo ter ficado vermelha e a palma da mão estava suando. Provavelmente porque estava ali falando de pensamentos muito meus. E que fui muito bondosamente obrigada a cuspir e soltar para a turma toda. Mas digo bondosamente porque preciso desse tipo de exercício. Como - futura - profissional. Como pessoa. Obrigada, obrigada, obrigada!

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  43. Já sabia de cara sobre qual profissão falar. Meu trabalho já estava pronto a algum tempo. Quando entrei em sala estava bem confiante, achei que iria ficar bem tranquilo e focado pra falar. Minha vez foi chegando, e com ela o nervosismo.Jurava que ia ficar o mais calmo possível, mas não foi assim. Na hora de falar fiquei um pouco nervoso sim, mas bem pouquinho. Pouquinho mas senti que o nervosismo me tonteava. É muito estranha essa sensação. Parece que você faz as coisas sem pensar. No final nem sabia se tinha dito tudo ou não. Minha apresentação simplesmente passou. O medo e o nervosismo atrapalham muito, mas estou a cada dia aprendendo mais a lidar com eles. Mas no geral acho que me sai bem até.

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  44. Apesar de ter sido uma proposta interessante e diferente de tudo que eu já tinha feito, esse trabalho foi muito difícil pra mim. Não a parte de escrever sobre algo que eu gosto, mas a parte de falar na frente de tanta gente. Me senti desconfortável, minhas mãos tremeram e minha cabeça só parou de doer de madrugada, quando eu finalmente caí no sono. Falar em público definitivamente não é pra mim. Do modo que eu vejo eu podia ter ido por dois caminhos nessa apresentação sobre a minha profissão dos sonhos: focar em profissão, ou sonho. Escolhi sonho, porque mesmo tendo muito amor pelo cinema, ainda não sei qual o meu papel nisso tudo. Meus sonhos são sempre meio malucos, meus desejos parecem inatingíveis, como se o mundo não tivesse chegado lá ainda. Mas minha eterna imaginação de criança ainda tem o universo inteiro pra explorar. Por isso escolhi astronauta (ou pirata espacial, se preferir) porque esse é tipo de sonho que eu tenho. As coisas que eu disse podem não fazer sentido pra muita gente, mas elas raramente fazem.

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  45. João Paulo de Oliveiraquarta-feira, outubro 03, 2012

    Acho que medo foi até pouco perto do que senti quando o dia da G1 foi se aproximando. Eu não tinha nenhum tema, havia pensado em vários, mas em nenhuma forma de convencer meus amigos de que eu era a pessoa perfeita para aquilo. Confesso que tremia um pouco antes de começarem as apresentações, mas quando comecei a ouvir meus colegas de sala falar, só uma coisa passava pela minha cabeça: Poxa, essas pessoas estão confiando tanto em mim desse jeito, não tem porque eu ficar com vergonha ou com medo de falar qualquer coisa. Consegui me desprender da minha timidez, que por incrível que pareça, é enorme, e só queria passar a minha história pra todos. Agradeço de mais por esse trabalho. Me sinto muito mais humano, muito mais amigo, muito mais confiante e capaz depois da minha, e de todas as apresentações. Com certeza, uma experiência única que vou guardar. E que não seja a última.

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  46. Thaísa de Mello Madeiraquarta-feira, outubro 03, 2012

    Lisonjeada: é exatamente assim que me sinto pelo o que ouvi de todos os meus colegas de classe. Não foram coisas simples, foram historias tão difíceis de externar... Pessoas abriram o coração de uma forma tão profunda e tão cativante que me deixam emocionada só de relembrar.... É, de fato, encantador o trabalho proposto por você, Favilla! Posso dizer que saí outra pessoa daquela sala. Foi o jeito mais mágico de conhecer alguém que achava conhecer... Como somos pessoas superficiais, meu Deus! Falamos "oi" e achamos que conhecemos alguém... Um "oi", o que você veste, ou qualquer coisa do tipo não diz quase nada sobre você... apenas coisas banais!!
    Quanto a mim, confesso que não foi fácil falar o que falei, ou pelo menos tentei falar. A emoção tomou conta do meu eu por inteiro, faltaram-me palavras e eu chorei. Bem, há quem diga que as lágrimas, quando verdadeiras, valem mais que palavras. Estou encantada com o todo e, independente da nota que ganhe, TUDO valeu a pena! A essa altura, o que menos vale é a nota. Aproveito o post para dizer um grandioso OBRIGADA, do fundo do meu coração. Você foi uma grande escolha esse período!! Sinto que mudei depois do dia 1 de Outubro. OBRIGADA, mais uma vez!

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  47. Nem sei por onde começar! Acredito que estou sem palavras até agora. Quando fiquei sabendo da G1 não conseguia ter a menor ideia da profissão, até porque queria fugir um pouco do mundo da comunicação, não que eu não goste, mas queria fazer algo diferente. Conforme as aulas foram se passando e eu fui tentando sair da "famosa caixinha", soube escolher a profissão certa.
    Como disse na turma: cantora de chuveiro ou doceira? Doceira então. E ao fazer cada doce coloquei tudo o que eu queria transmitir dentro da sala, o que eu desejava passar para os meus companheiros de turma. E acredito que consegui alcançar o meu objetivo. A sensação de estar ali na frente foi uma mistura de emoções.. de felicidade, tensão, doçura... eu não tinha controle sobre as minhas mãos e o que eu disse não foi o combinado. Ali, as palavras foram saindo do meu coração, usei o texto apenas para me guiar e não perder nenhuma informação, mas as palavras... foram de dentro de mim! Passei o que eu queria na hora, decidi largar o texto e seguir meu coração. Por mais que meu texto não fosse tão emocionante, mas pra mim foi algo muito profundo e difícil de admitir aquilo. Consequência: danças e cantorias no chuveiro de felicidade! hahahahha
    Parabéns aos meus colegas de turma por me proporcionarem essa experiência sensacional! Professor obrigada mais ainda a me ensinar que mostrar o que sentimos não é sinal de fraqueza, e sim, de coragem! Você está sendo um grande exemplo pra mim!
    Sai da sala mais leve e até um pouco diferente em relação ao mundo. Sinto que aprendi um pouco mais e era isso que eu buscava.

    OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA!

    Mariana Marfil - 17h

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  48. Gostei muito de poder conhecer um pouquinho mais de cada um dos meus colegas. Poder compartilhar maiores os sonhos e paixões que desejamos mais profundamente realizar é algo realmente muito especial. Além de todos dominarem o assunto, falarem com visível paixão e brilho nos olhos, todos fizeram apresentações incríveis, muito criativas, envolvendo e emocionando o público. Todos devem estar muito orgulhosos porque ao meu ver conseguiram expressar seus sentimentos e sensibilizar todos os presentes!

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  49. Mariana Teixeira Coelhoquinta-feira, outubro 04, 2012

    Senti tantas emoções diferentes nessa tarde, que chega ser difícil descrevê-la. Agradeço a todos que tiveram coragem de dividir um pouco das suas cores comigo. Não é todo dia que você tem a oportunidade de conhecer quem é a pessoa que senta do seu lado todo dia e você mal sabe o nome. Vi que as pessoas são muito mais do que aquilo que a gente vê. Pude sentir a essência de cada um. Aprendi muito sobre a vida em poucas horas. Ampliei minha visão de mundo. Gostaria de agradecer principalmente a você, Favilla, por nos proporcionar uma experiência tão mágica. Ver que todos também estavam tensos, inseguros e ansiosos como eu, me deu força para encarar a turma. Ver o interesse nos olhos de cada um me fez sentir mais acolhida. Sem duvidas, a Mariana que saiu daquela sala não era a mesma Mariana que entrou. Foi muito mais que uma G1. Você, Favilla, nos mostrou que podemos ser o que quisermos. Que a vida é infinita como o céu. Que errar faz parte do aprender.

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  50. A vida é muito curta para nos privarmos de sensações e experiencias por medos. O erro é o pai do acerto, é nos erros que melhoramos e acertamos!

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  51. Algo que muitos não se dão conta é de que o "não fazer nada" já é uma ação. Tudo é ação. Macbeth estava certo ao dizer que "o pensamento excessivo leva ao enfraquecimento da ação". Bem, tudo é uma questão do quanto estamos dispostos a arriscar. O medo é um freio que ora faz bem e ora faz mal. Tudo é uma questão de bom-senso. Em demasia leva a inércia.

    Luiz Carlos - 13h

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  52. O medo de tentar nos faz perder muitas coisas. Muitas vezes, o medo de fracassar nos impede de tentar. Pra mim, ter tentado e ter errado é muito melhor do que ficar com aquela dúvida “e se eu tivesse tentado? Será que teria dado certo?”. Eu acho que o pior arrependimento é de não ter tentado. Fazer escolhas é normal, cometer erros é mais normal ainda, então, na busca de um sonho, não podemos nos deixar levar pelo medo de errar.

    Infelizmente, o medo está intrínseco ao ser humano, e ele nunca vai sumir por completo, então, temos que aprender a lidar com ele, não nos deixando sermos reféns dele.

    O homem está em uma constante busca pela felicidade, e essa felicidade só é alcançada com a realização dos sonhos. Nós somos movidos pelos sonhos, que vêm dos desejos e das vontades. Estamos constantemente desejando coisas, tendo vontades, buscando satisfação. Vivemos em prol da realização de sonhos, mesmo que pequenos (que podemos nem notar que são sonhos, mas são sim) como ser saudável ou apenas ter uma noite agradável.

    Nunca estamos totalmente satisfeitos, sempre teremos sonhos, e para realizá-los, precisamos deixar esse medo de lado. E esse exercício de deixar esse medo no segundo plano deve ser constante. Temos que estar o enfrentando o tempo todo.

    Digamos que eu tenha uma lista de sonhos, desejos e vontades, vença o medo e consiga realizar todos,e esteja plenamente satisfeita. Posso achar que tudo está perfeito por um pequeno momento, mas dali a alguns minutos já vou sentir alguma carência, já estarei desejando outra coisa. O ser humano é feito de vontade e desejo, e nunca se distanciará totalmente deles, então é necessário o constante “afastamento” desse medo. Até tem gente que busca o ascetismo, que é a negação do desejo - para evoluir espiritualmente -, mas, mesmo assim, essas pessoas têm desejos, sonhos; elas negam o desejo, mas os tem (porque é natural os ter).

    Bianca Daltro Simões Monteiro Campos, turma 2IC

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  53. Victoria Zanettidomingo, maio 12, 2013

    Hoje li uma frase na bolsa de uma menina na rua, era mais ou menos assim: quando a criatividade fala, uma enorme quantidade de resistências responde. Simplesmente me encantei com essa frase e queria muito dividir. Tentei encontrar um post legal e que se encaixasse, cheguei a conclusão que caberia em quase todos. Aí lembrei das caras desesperadas logo após o lançamento de um desafio. Principalmente depois de sermos apresentados a G1. De fato a resposta instantânea para a criatividade é a resistência. E que bom: sinto que a cada dia aprendo a ser menos resistente.

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  54. Para mim o caos é o início da criação e do desenvolvimento. Quando enfrentamos nossas angústias e medos, provocados pelo próprio caos, quebramos barreiras, vemos o mundo com outros olhos, evoluímos. Portanto, devemos sempre buscar formas de combater o medo, pois, por mais difícil que seja, este pode impedir a vivência de experiências maravilhosas.

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  55. Para mim o caos é o início da criação e do desenvolvimento. Quando enfrentamos nossas angústias e medos, provocados pelo próprio caos, quebramos barreiras, vemos o mundo com outros olhos, evoluímos. Portanto, devemos sempre buscar formas de combater o medo, pois, por mais difícil que seja, este pode impedir a vivência de experiências maravilhosas.

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