É sintomático
que a única
obra humana
possível de ser
vista do espaço
seja uma Muralha . Essa é uma das ideias colocadas pelo escritor moçambicano Mia Couto .
Seu texto
fala com
maestria sobre
o medo e como
este sentimento
que devora nossa
energia vital
insaciavelmente, domina nossa sociedade e nos é transmito desde que
nascemos. Infelizmente, há quem tenha medo que o medo acabe.
Li no Update
Um discurso verdadeiramente apaixonante e assustador!!! Já foi lá pro blog hahaha!!! QUE TEXTO!!!!!
ResponderExcluirObrigado por compartilhar conosco este video, Favilla. Fiquei comovido, e cheio de medo.
ResponderExcluirNossa, maravilhoso. Realmente, hoje em dia o medo é algo coletivo. A quantidade de coisas ruins e absurdas que são noticiadas na mídia diariamente faz com que fiquemos com medo da realidade. A vontade de viver é tão grande que por medo acabamos nos privando de alguns desejos e sonhos, por mais simples que sejam. A frase "há mais medo de coisas más do que coisas más em si" é um tanto reconfortante! Não podemos deixar de viver, porque quando tiver que ser será.
ResponderExcluirE é uma pena que mais homens como esse não estejam no comando das grandes nações mundiais. A sociedade poderia estar caminhando em outra direção.
Faz uns bons anos que ouvi uma frase que me tocou muito no filme O Diário da Princesa. Desde então a tenho escrita num caderno: "Coragem não é a ausência de medo, mas a certeza de que há um sentimento mais forte do que ele". Realmente o medo move o mundo, ele está sempre presente e nunca deixará de estar... E isso não é de todo ruim. O medo nos faz crescer, nos faz querer enfrentar barreiras e nos superar. O medo nos faz arriscar, nos faz ter desejo, vontade! E, como afirmou Schopenhauer, TUDO é vontade! Acho que nada mais nos move senão o medo e a curiosidade - e eles estão intrinsicamente ligados. Se não fosse o medo e a coragem de vencer, nossa vida seguiria sempre o mesmo rumo, sem ter tantas experiências enriquecedoras, nem ótimas histórias a serem contadas no futuros, tampouco sorrisos sinceros de "eu consegui!".
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