quarta-feira, 5 de outubro de 2011

E por falar em sair da caixinha:


A campanha da F/Nasca para a 17ª  edição do Festival Internacional de Arte Contemporânea de São Paulo é um convite para que as pessoas desliguem o "modo piloto automático" e entrem em contado com a arte.  Encantadora.  Da série gostaria de ter sido o criador. =)     Li no Update

9 comentários:

  1. Genial!
    Essa ideia de sempre estar dentro de um elevador, não importa aonde, expõe muito bem esse nosso problema de viver como um ser bitolado onde quer que se vá. Fiquei torcendo muito pro cara apertar o botão e as paredes caírem...aparecer um pouco de verde e de ar. Mas fiquei na vontade, hehe! E acho que é exatamente essa a questão. Muitas vezes ficamos naqueeeeela vontade de fazer alguma coisa nova, mas por medo de arriscar, acabamos sempre na mesma chatice bitolada. O "sair da caixinha" pode ser muito melhor do que o esperado (como foi o exemplo das apresentações em sala), e também foi muito bem representado nesse vídeo! Gostei muito!
    Abraço :)

    ResponderExcluir
  2. Extremamente bom, quem inventou mandou muito bem. Me deu um pouco de claustrofobia, eu estava torcendo para que na próxima porta que abrisse, desse na rua, com céu e árvores. E aí ele iria literalmente sair da caixinha. Mas não foi o que aconteceu, principalmente pelo fato de ele não ter apertado aquele botão tipo saída de emergência. Quem sabe amanhã ele aperte.. Falta só um empurrãozinho.

    ResponderExcluir
  3. Eu confesso que realmente demorei a entender a crítica que eles fizeram entre o modo condicionado com o qual vivemos e a artes. Mas, no final das contas, acho que consegui captar a essência. As artes são expressões, sentimentos, desejos... Não tem como isso ser demonstrado durante seu período rotineiro. Vai ver é por isso que quando muitos artistas transformam seus hobbies em profissão entram na crise do bloqueio mental.

    ResponderExcluir
  4. Esse vídeo me causou uma certa claustrofobia, hahaha

    ResponderExcluir
  5. aah, odeio viver dentro dessas caixas! a gente ta sempre preso a elas!
    gostei muito, a música ajuda e o final que "congela" a imagem nas informações, mas na verdade não congela nada, é sensacional!

    ResponderExcluir
  6. Muito bom essa campanha! Tirando a claustrofobia que eu senti em ver.
    Tem tudo a ver com a sua aula Favilla, se você não tivesse dito que você não criou eu nunca saberia. Porque tem esse vídeo é muito a sua cara, hahahahaha.

    ResponderExcluir
  7. Maria Clara Frassosábado, outubro 08, 2011

    compartilho com a Paola o sentimento agonizante de claustrofobia. muitas vezes durante a minha vida me senti trancada e claustrofóbica. não posso dizer que é uma coisa BOA, mas não é totalmente ruim. quer dizer, não foi totalmente ruim para mim. me sentir sufocada funcionou como uma alavanca para experimentar o mundo; para defender a liberdade. não a liberdade louca, insana, mas a que se refere ao sentimento de se sentir capaz de se adaptar, de mudar para crescer, de não me conformar em seguir um padrão. todos temos obrigações no trabalho e em casa, mas a maneira com que olhamos para elas modificam a maneira com que sentimos o mundo. se olharmos para tudo com descaso e ingratidão , tudo se tornará "cinza" ao nosso redor. já o contrário é tão gratificante: ver felicidade, abundância até quando não chegamos ainda aonde queremos chegar.

    ResponderExcluir
  8. Quantas vezes já não quis apertar esse botão. Todos nós precisamos em alguns ou muitos momentos de uma saída de emergência.
    Encontre-a e faça dela seu jardim secreto.

    ResponderExcluir
  9. Uau! Confesso que me surpreendi com o decorrer do vídeo. Eu esperava uma saída para o ar livre, ou para o fundo do mar, alguma coisa do tipo. Fiquei tentando adivinhar o que poderia surgir a cada nova porta aberta, mas minhas tentativas foram frustradas.
    A arte existe porque a vida não é o bastante! Precisamos reinventar, recriar, virar os raciocínios de cabeça para baixo para irmos além do comum :) Belo desafio!

    ANDREIA COUTINHO - 17h

    ResponderExcluir