Tudo que se dá à leitura é texto. Afinar o olhar e saber ler o mundo é poder agir sobre ele, tecendo e destecendo a vida, assumindo a autoria de sua história. Inspirado no poema Ler o Mundo, de Afonso Romano de Santanna (1989), o portal nasceu em 2007 com a missão de mudar a perspectiva do olhar dos meus alunos de Comunicação Social e de Artes e Design da PUC-Rio. E transformou-se numa prática de leitura e de autoria fundamentada na interlocução e na parceria. luizfavilla@gmail.com
terça-feira, 8 de março de 2016
Mulheres objeto.
Um breve relato parte do documentário Kyling us sofly 4 sobre a força da publicidade e da mídia na formação de gêneros e esterótipos favoráveis para as industrias de bens de consumo.
É engraçado como essas coisas, em geral, são só com mulheres, né? A repressão que elas sofrem é resultado de uma cultura machista, gerado pelo patriarcado, que culpabiliza a mulher por situações em que, na verdade, ela é a vítima. Os machistas, na verdade, têm medo. Quando uma mulher diz o "basta"e se torna senhora/dona de seu próprio corpo, eles têm medo. Medo de perder seus privilégios, medo de que a mulher "tome seu lugar"; a resposta vem em forma de uma forte repressão - em todos os aspectos. É o tipo de pessoa que fala "mulher tem que ser santa na rua e vadia na cama"; é o tipo de pessoa que culpa a vítima pelo estupro - "ah, mas o que ela tava vestindo?" "ih, bebeu! tá pedindo". É nojento. É o tipo mais nojento de hipocrisia. Gostam de ver peito, bunda, na revista, no anúncio, no vídeo, mas aí "essas aí servem pra isso mesmo, né?". Não obstante, ao corroborar com a cultura de objetificação da mulher, a indústria da propaganda tem, sim, parte na culpa. "Culpa de quê? Sempre foi assim!" Culpa. Sim, culpa. Culpa de propagar um estereótipo, de manter o status quo de maneira absurda de covarde. Comunicadores têm, sim, a responsabilidade social - e humana - de dar um basta na propagação de estereotipos retrógrados.
UAU! Bato palmas para o criador desse projeto. Nosso mundo é totalmente voltado, infelizmente, para o que as pessoas têm, como elas se vestem, como elas falam, o que elas comem... Felicidade não pode se resumir em ter um iPhone 6, pesar 40kg e dirigir um carrão. ALOWWW! Precisamos cair na real de que felicidade é estar com pessoas que nos querem bem, é rir sem motivo, é comer brigadeiro embaixo do cobertor quando cair aquela chuvinha, é passar raspando em uma matéria na faculdade e pensar "ufa, passei... que venham as férias!", é viajar, amar, pisar na areia...
Não se pode basear em um estereótipo, quando as vidas são diferentes, o organismo, a maneira de viver... Temos que nos aceitar como somos, sempre buscando melhorar, é claro, mas de forma que não nos atrapalhe nem tire o sorriso do nosso rosto! Afinal, não tem nada melhor do que viver!
Fico realmente chateada ao ver alguém falando sobre esse assunto, pois me lembra o quanto somos condicionadas a sermos exatamente como essas mulheres plastificadas e sem personalidade. Parece que a indústria quer que todas nós sejamos iguais, sem personalidade, homogêneas. Esquecemos-nos que são as falhas que nos tornam únicas e diferentes. Fico ainda mais triste ao me lembrar que algumas meninas e mulheres sofrem bem mais do que deveriam por causa disso. A sociedade é ditada por um modelo de beleza que, por exemplo, não é o padrão da mulher brasileira, e ainda assim, mulheres se matam todo o dia para caber em uma calça 36 e isso está muito errado. A beleza está na singularidade, na diferença, e não no padrão. Por um mundo em que as mulheres possam ser mais felizes com seu corpo, sem se julgarem muito ou se preocuparem tanto com o que pessoas sem personalidade irão achar.
Infelizmente ela está certa. Somos bombardeados diariamente com modelos de vida que não nos pertencem, que não fazem bem nem a saúde física muito menos a saúde emocional! É realmente triste ver pessoas que vivem suas vidas de acordo com um esteriótipo pobre e ruim. Acredito que muitas pessoas sofrem de depressão porque não conseguem ser tudo aquilo que elas idealizaram que seriam, com base em pessoas ou em coisas que também não são reais!
O pior de tudo é que todos nós estamos sujeitos a isso. Não necessariamente com relação a beleza física, mas também com outros tipos de "verdade" que a mídia impõe. Seja com relação a um carro, uma comida, um lugar, uma roupa!
As mulheres são vistas como um pedaço de carne porque também foi ensinado aos homens a verem as mulheres assim! Não adianta crucificar os homens por isso! Eles são culpados sim em certa escala por não tentarem mudar, mas isso esta sendo plantado em suas cabeças desde a infância! Por exemplo, os bonecos de menino são guerreiros, bombeiros e policiais! Eles dirigem carro, motos, aviões e helicópteros! Enquanto que as bonecas infantis não fazem nada. Elas pintam as unhas, passam o dia arrumando o cabelo e a maquiagem, trocam de roupa, cuidam da casa, fazem comida.... Desde a infância nós já podemos notar isso! Sempre achei muito mais legal brincar com os brinquedos dos meus primos! Queria ação e aventura! Diversas vezes já coloquei minha barbie dirigindo o helicóptero de salvamento (kkkk).
Para encerrar, gostaria de compartilhar uma situação que vivi. Quando estava preparando minha festa de 15 anos, resolvi chamar algumas amigas para dançarem comigo no dia. Tinha uma amiga que era muito gordinha na época e muitas pessoas da minha sala zuavam ela! Eu nunca esquentei com o peso dela, me preocupava por causa da saúde dela, mas nunca por questões físicas! Pois bem, chamei ela para dançar na minha festa (o que foi super natural! Como não chamar? Ela era minha amiga! Era óbvio que ela deveria estar dividindo esse momento comigo! Achei que ela pensava como eu, mas não). Ela começou a chorar e eu não entendi nada! Até que ela me disse "As pessoas tem vergonha de andar comigo por causa do meu peso, todo mundo me zoa e várias vezes já deixei de ir em alguns lugares por causa disso. Agora você está aqui me chamando para dançar na sua festa! Isso nunca aconteceu. Não estou nem acreditando"
Ela me abraçou e eu chorei junto com ela. Naquele dia percebi como as pessoas não sentem e nem percebem a dor do outro. Julgam direto.
Enfim, a dança foi um sucesso e foi super divertido! Hoje em dia essa minha amiga está muitos quilos mais magra, não porque as pessoas achavam ela gorda, mas porque ela quis cuidar dela, da sua saúde e da sua vida.
Eu não queria que a palestra acabasse. Você escuta a Jean falar e se identifica tanto com os problemas existentes hoje em dia, que você não vê o fim do vídeo chegando. E ela está coberta de razão. A sociedade hoje é doente psicologicamente e fisicamente por padrões de belezas surreais. A felicidade é vendida como sinônimo de magreza e o bullying vem para castigar todos aqueles que não seguem o padrão. A mídia não permite pessoas que pensam fora da caixa, porque tem medo dessas pessoas. A triste verdade é que se a mídia não controlar a sociedade de alguma forma, ela não tem como vender seus produtos. Escravizar a sociedade num padrão de comportamento é o que faz as empresas milionárias, esgotando estoques. É triste saber que somos uma sociedade doente e ditatorial, para deixar algumas pessoas ricas.
Incrível como o que essa senhora disse é certo. As mídias possuem dois caminhos a seguir: incentivar as pessoas a serem como elas realmente são ou iludir e persuadir a ser algo que ela não é. Como mulher, me sinto muito mal ao ver diversos tipos de propaganda marcando a imagem da mulher e fazendo com que ela seja perfeita, pois acredito que não há nenhum ser humano perfeito. Constantemente ligamos a tv e damos de cara com anuncios de cerveja passando uma imagem de "mulher-objeto", onde ela sempre é interpretada por uma representante do sexo feminino que é taxada de gostosa. A propaganda da Nova Schin e Antarctica são as que mais fazem isso, no verão então.. sempre filmam os comerciais em alguma praia e exibem corpos sarados, mas as praias abrangem todos os tipos e formas de corpos diferentes, algo que as propagandas se recusam a mostrar. Capas de revista com mulheres tão magras que chegam a ser tortas, nos dão a impressão de que vão quebrar a qualquer momento. O costume de cartazes e anuncios de perfumes e lingeries com mulheres passando uma imagem de provocante, como a que o vídeo mostra da Charlize Theron para Dior J'adore. Provavelmente nem 20% da população mundial se parece com elas, até por que não são reais. O photoshop é utilizado em excesso, faz parecer que o rosto não possui nenhuma imperfeição, sem poros, sem manchas (como a oradora do documentário diz), uma gordurinha pulando.. E isso vem atingindo até as crianças, já que existe até modelo mirim número 1 do mundo, aos nove anos de idade! A Vogue Brasil postou em seu site semana passada uma matéria que foi altamente criticada por seus leitores. Eles ensinavam métodos de dietas, e uma delas era: não coma por 10 dias. Onde já se viu isso? Qual ser humano consegue ficar sem comer por dias? A indústria da moda está passando dos limites. A mídia em geral possui tanto conhecimento e liberdade de ajudar os seres humanos, mas diversas vezes usam suas armas para fazer algo nem sempre positivo, infelizmente.
Já tinha visto esse vídeo antes e é um caso preocupante que precisa ser abordado constantemente. A objetificação da mulher é algo sério, que só reafirma o machismo e acentua a violência e desrespeito contra a mulher. As próprias mulheres não percebem como esse tipo de comunicação nos afeta negativamente. Já ouvi muito a expressão geração do "mimimi", porque reclamamos de tudo. A diferença é que antes era tudo velado, não se podia discutir sobre nada e hoje nós argumentamos e apontamos onde está errado sim. Espero que as coisas melhorem.
É engraçado como essas coisas, em geral, são só com mulheres, né? A repressão que elas sofrem é resultado de uma cultura machista, gerado pelo patriarcado, que culpabiliza a mulher por situações em que, na verdade, ela é a vítima. Os machistas, na verdade, têm medo. Quando uma mulher diz o "basta"e se torna senhora/dona de seu próprio corpo, eles têm medo. Medo de perder seus privilégios, medo de que a mulher "tome seu lugar"; a resposta vem em forma de uma forte repressão - em todos os aspectos. É o tipo de pessoa que fala "mulher tem que ser santa na rua e vadia na cama"; é o tipo de pessoa que culpa a vítima pelo estupro - "ah, mas o que ela tava vestindo?" "ih, bebeu! tá pedindo". É nojento. É o tipo mais nojento de hipocrisia. Gostam de ver peito, bunda, na revista, no anúncio, no vídeo, mas aí "essas aí servem pra isso mesmo, né?". Não obstante, ao corroborar com a cultura de objetificação da mulher, a indústria da propaganda tem, sim, parte na culpa. "Culpa de quê? Sempre foi assim!" Culpa. Sim, culpa. Culpa de propagar um estereótipo, de manter o status quo de maneira absurda de covarde. Comunicadores têm, sim, a responsabilidade social - e humana - de dar um basta na propagação de estereotipos retrógrados.
ResponderExcluirUAU!
ResponderExcluirBato palmas para o criador desse projeto. Nosso mundo é totalmente voltado, infelizmente, para o que as pessoas têm, como elas se vestem, como elas falam, o que elas comem...
Felicidade não pode se resumir em ter um iPhone 6, pesar 40kg e dirigir um carrão. ALOWWW! Precisamos cair na real de que felicidade é estar com pessoas que nos querem bem, é rir sem motivo, é comer brigadeiro embaixo do cobertor quando cair aquela chuvinha, é passar raspando em uma matéria na faculdade e pensar "ufa, passei... que venham as férias!", é viajar, amar, pisar na areia...
Não se pode basear em um estereótipo, quando as vidas são diferentes, o organismo, a maneira de viver... Temos que nos aceitar como somos, sempre buscando melhorar, é claro, mas de forma que não nos atrapalhe nem tire o sorriso do nosso rosto! Afinal, não tem nada melhor do que viver!
Fico realmente chateada ao ver alguém falando sobre esse assunto, pois me lembra o quanto somos condicionadas a sermos exatamente como essas mulheres plastificadas e sem personalidade. Parece que a indústria quer que todas nós sejamos iguais, sem personalidade, homogêneas. Esquecemos-nos que são as falhas que nos tornam únicas e diferentes. Fico ainda mais triste ao me lembrar que algumas meninas e mulheres sofrem bem mais do que deveriam por causa disso.
ResponderExcluirA sociedade é ditada por um modelo de beleza que, por exemplo, não é o padrão da mulher brasileira, e ainda assim, mulheres se matam todo o dia para caber em uma calça 36 e isso está muito errado. A beleza está na singularidade, na diferença, e não no padrão. Por um mundo em que as mulheres possam ser mais felizes com seu corpo, sem se julgarem muito ou se preocuparem tanto com o que pessoas sem personalidade irão achar.
Fiquei com vontade de ver o documentário inteiro!
ResponderExcluirInfelizmente ela está certa. Somos bombardeados diariamente com modelos de vida que não nos pertencem, que não fazem bem nem a saúde física muito menos a saúde emocional!
É realmente triste ver pessoas que vivem suas vidas de acordo com um esteriótipo pobre e ruim. Acredito que muitas pessoas sofrem de depressão porque não conseguem ser tudo aquilo que elas idealizaram que seriam, com base em pessoas ou em coisas que também não são reais!
O pior de tudo é que todos nós estamos sujeitos a isso. Não necessariamente com relação a beleza física, mas também com outros tipos de "verdade" que a mídia impõe. Seja com relação a um carro, uma comida, um lugar, uma roupa!
As mulheres são vistas como um pedaço de carne porque também foi ensinado aos homens a verem as mulheres assim! Não adianta crucificar os homens por isso! Eles são culpados sim em certa escala por não tentarem mudar, mas isso esta sendo plantado em suas cabeças desde a infância!
Por exemplo, os bonecos de menino são guerreiros, bombeiros e policiais! Eles dirigem carro, motos, aviões e helicópteros! Enquanto que as bonecas infantis não fazem nada. Elas pintam as unhas, passam o dia arrumando o cabelo e a maquiagem, trocam de roupa, cuidam da casa, fazem comida....
Desde a infância nós já podemos notar isso! Sempre achei muito mais legal brincar com os brinquedos dos meus primos! Queria ação e aventura! Diversas vezes já coloquei minha barbie dirigindo o helicóptero de salvamento (kkkk).
Para encerrar, gostaria de compartilhar uma situação que vivi.
Quando estava preparando minha festa de 15 anos, resolvi chamar algumas amigas para dançarem comigo no dia. Tinha uma amiga que era muito gordinha na época e muitas pessoas da minha sala zuavam ela! Eu nunca esquentei com o peso dela, me preocupava por causa da saúde dela, mas nunca por questões físicas!
Pois bem, chamei ela para dançar na minha festa (o que foi super natural! Como não chamar? Ela era minha amiga! Era óbvio que ela deveria estar dividindo esse momento comigo! Achei que ela pensava como eu, mas não). Ela começou a chorar e eu não entendi nada! Até que ela me disse "As pessoas tem vergonha de andar comigo por causa do meu peso, todo mundo me zoa e várias vezes já deixei de ir em alguns lugares por causa disso. Agora você está aqui me chamando para dançar na sua festa! Isso nunca aconteceu. Não estou nem acreditando"
Ela me abraçou e eu chorei junto com ela. Naquele dia percebi como as pessoas não sentem e nem percebem a dor do outro. Julgam direto.
Enfim, a dança foi um sucesso e foi super divertido!
Hoje em dia essa minha amiga está muitos quilos mais magra, não porque as pessoas achavam ela gorda, mas porque ela quis cuidar dela, da sua saúde e da sua vida.
Eu não queria que a palestra acabasse. Você escuta a Jean falar e se identifica tanto com os problemas existentes hoje em dia, que você não vê o fim do vídeo chegando. E ela está coberta de razão. A sociedade hoje é doente psicologicamente e fisicamente por padrões de belezas surreais. A felicidade é vendida como sinônimo de magreza e o bullying vem para castigar todos aqueles que não seguem o padrão. A mídia não permite pessoas que pensam fora da caixa, porque tem medo dessas pessoas. A triste verdade é que se a mídia não controlar a sociedade de alguma forma, ela não tem como vender seus produtos. Escravizar a sociedade num padrão de comportamento é o que faz as empresas milionárias, esgotando estoques. É triste saber que somos uma sociedade doente e ditatorial, para deixar algumas pessoas ricas.
ResponderExcluirExcelentes comentários, meus queridos autores.
ResponderExcluir=)
Incrível como o que essa senhora disse é certo. As mídias possuem dois caminhos a seguir: incentivar as pessoas a serem como elas realmente são ou iludir e persuadir a ser algo que ela não é. Como mulher, me sinto muito mal ao ver diversos tipos de propaganda marcando a imagem da mulher e fazendo com que ela seja perfeita, pois acredito que não há nenhum ser humano perfeito. Constantemente ligamos a tv e damos de cara com anuncios de cerveja passando uma imagem de "mulher-objeto", onde ela sempre é interpretada por uma representante do sexo feminino que é taxada de gostosa. A propaganda da Nova Schin e Antarctica são as que mais fazem isso, no verão então.. sempre filmam os comerciais em alguma praia e exibem corpos sarados, mas as praias abrangem todos os tipos e formas de corpos diferentes, algo que as propagandas se recusam a mostrar. Capas de revista com mulheres tão magras que chegam a ser tortas, nos dão a impressão de que vão quebrar a qualquer momento. O costume de cartazes e anuncios de perfumes e lingeries com mulheres passando uma imagem de provocante, como a que o vídeo mostra da Charlize Theron para Dior J'adore. Provavelmente nem 20% da população mundial se parece com elas, até por que não são reais. O photoshop é utilizado em excesso, faz parecer que o rosto não possui nenhuma imperfeição, sem poros, sem manchas (como a oradora do documentário diz), uma gordurinha pulando.. E isso vem atingindo até as crianças, já que existe até modelo mirim número 1 do mundo, aos nove anos de idade!
ResponderExcluirA Vogue Brasil postou em seu site semana passada uma matéria que foi altamente criticada por seus leitores. Eles ensinavam métodos de dietas, e uma delas era: não coma por 10 dias. Onde já se viu isso? Qual ser humano consegue ficar sem comer por dias? A indústria da moda está passando dos limites. A mídia em geral possui tanto conhecimento e liberdade de ajudar os seres humanos, mas diversas vezes usam suas armas para fazer algo nem sempre positivo, infelizmente.
links:
https://estilo.catracalivre.com.br/modelos/conheca-kristina-pimenova-a-menina-mais-bonita-do-mundo/
http://vejasp.abril.com.br/materia/mae-modelo-mirim-sensualizar-imagem-filha/
http://www.purebreak.com.br/noticias/photoshop-tem-limites-veja-como-o-programa-transforma-todo-mundo-em-diva/836#lt_source=external,manual
Bem-vinda, Lara.
ExcluirExcelente reflexão. Grato por dividir os links.
=)
Já tinha visto esse vídeo antes e é um caso preocupante que precisa ser abordado constantemente. A objetificação da mulher é algo sério, que só reafirma o machismo e acentua a violência e desrespeito contra a mulher. As próprias mulheres não percebem como esse tipo de comunicação nos afeta negativamente. Já ouvi muito a expressão geração do "mimimi", porque reclamamos de tudo. A diferença é que antes era tudo velado, não se podia discutir sobre nada e hoje nós argumentamos e apontamos onde está errado sim. Espero que as coisas melhorem.
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