(...)
A confiança implica no testemunho que um sujeito dá aos outros de suas reais e concretas intenções . Não pode existir , se a palavra , descaracterizada, não coincide com os atos . Dizer uma coisa e fazer outra , não levando a palavra a sério , não pode ser estímulo à confiança . Não é porém , a esperança um cruzar de braços e esperar . Movo-me na esperança enquanto luto e, se luto com esperança , espero.
Se o diálogo é o encontro dos homens para ser mais , não pode desfazer-se na desesperança . Se os sujeitos do diálogo nada esperam do seu que fazer , já não pode haver diálogo . O seu encontro é vazio e estéril . É burocrático e fastidioso .
17ª. ed. Rio de Janeiro , Paz e Terra ,. 1987

A informatização e o grande acesso das pessoas a ela é uma coisa positiva. O problema é quando, como tudo na vida, isso tende para o exagero. Muitas pessoas com fácil acesso a internet não conseguem ficar sem checar as redes sociais e publicar fotos de tudo que estão fazendo. Minha pergunta é: alguém realmente se importa com o que você está fazendo? Há algo relevante para dizer? Por que não utilizar esse fácil acesso à internet para fazer denúncias? Vemos problemas em nossa cidade todos os dias, mas poucos são aqueles que realmente se dão ao trabalho de tirar uma foto do problema, criar um texto explicativo e publicar tudo isso na internet.
ResponderExcluirTudo gira em torno do status atualmente. Quando se chega em algum lugar legal como um museu, por exemplo, a primeira coisa que muitos fazem é colocar nas redes sociais que estão no tal museu, de repente não por gostarem tanto, mas pela questão do status, de que seus amigos irão ver e achar 'o máximo'.
ResponderExcluirÉ até engraçado ver esse post hoje, ontem mesmo vivenciei uma cena dessas. Estava no cinema e quando o filme acabou, e estavam todos descendo as escadas em direção a saída, vi uma fileira com cinco pessoas ainda sentadas nas cadeiras e essas CINCO pessoas estavam mexendo no celular freneticamente, sei lá o que estavam fazendo.
Achei cômico.
A integração entre pessoas existe agora através das redes e não do 'ao vivo'... Lamentável.
A tecnologia... Sempre fui um pouco viciado nela. Mais ainda quando eu era criançca. Eu lembro ter feito um estardalhaço para ganhar um celular. Nem sabia exatamente porque eu queria um aparelho celular, mas eu queria um. O computador, a internet...tudo me fazia sentir como que um daqueles personagens do filme "De volta para o futuro". A tecnologia, hoje, parece mais ter um duplo conceito. Ao mesmo tempo em que nos promete aumentar a nossa interação no mundo, aumentar o volume de nossa voz para nos expressarmos; acaba, sutilmente, com as tradicionais maneiras de comunicação. Se hoje, uma criança de 5 anos está mais acostumada a ler em um tablet que em um jornal ou numa revista, é porque os meios estão conseguindo formar uma geração nova. Que vai inventar novas formas de comunicação. Não sentiremos mais aquela expectativa de esperar uma carta de um amigo que se mudou para outro estado, ou esperar dar meia noite porque a internet custa mais barato esta hora. Tudo vai mudar e já está mudando. Mas o que será do bom e velho diálogo? Como serão as caminhadas na praia com os amigos? Como será "descer para o play do prédio" para zoar? Como será ficar sentando com a namorada, abraçados, não dizendo nada? Será que essas novas formas de comunicação vão mudar todas as nossas atividades assim, a ponto de torná-las obsoletas? O que as novas tendências propõem não é ruim. Não são eles os vilões da história. Quem decide desligar é você. Ainda prefiro falar com alguém pessoalmente que por um messenger online...
ResponderExcluirA necessidade que as pessoas tem de estarem sempre conectadas, e envolvidas no que está acontecendo online, chega a um nível preocupante. Faz muito tempo que não vejo, numa sala de aula, ou num restaurante, ou em qualquer lugar aleatório, pessoas sem o celular na mão. Eu mesma posso dizer que sou viciada em mexer no celular. Sem ele fico agoniada. E sei que não sou a única... mas me sinto mal e bastante culpada por me sentir assim.
ResponderExcluirAté onde iremos?
Como disse o Matheus, quem decide se vai se desligar da tecnologia é você. Mas é difícil... muito difícil. Nossa geração é muito apegada na tecnologia. Isso porque chegamos a pegar a época das enciclopédias - pelo menos seu final. Imagina as próximas gerações?
Até onde irão?
Essas imagens são muito verdadeiras, eu vivo isso todo dia. Odeio estar falando com alguém, e essa pessoa começa a mexer no celular, como se eu fosse invisível e a internet fosse algum tipo de fonte de energia que a pessoa necessita de 5 em 5 minutos. Muitas vezes em restaurantes, cada um fica olhando para sua telinha e desperdiça aquele momento de estar com os amigos ou família. Não vou negar que muitas vezes faço isso também, mas tento evitar ao máximo. Prefiro aproveitar a presença dos humanos do que das paginas de suas redes sociais.
ResponderExcluirEu não tenho muita paciência para me comunicar por mensagem, talvez por ter um monte de problemas de visão, sempre fico com dor de cabeça se passo muito tempo focada no celular. Também não entendo aquelas pessoas que mandam mil mensagens, ou ficam checando redes sociais de cinco em cinco minutos. Se for pra ser prático, por que não uma ligação? Só de ouvir a voz de alguém já faz uma diferença absurda. Mas pra mim, nenhuma tecnologia de comunicação vai substituir uma boa conversa cara a cara.
ResponderExcluirSerá que as pessoas vão dar conta disso um dia? Perceber a nossa fome, a fome que sentimos de nos relacionarmos,pois estar conectado, não é somente estar 'online. Casa vez menos damos um livre curso as nossas emoções, cada vez menos percebemos o outro como fonte de estímulos e relacionamentos.
ResponderExcluirO que diz mais, um olhar ou um clique? Ou a pergunta certa seria, do que precisamos mais?
Vida virtual se infiltrando na real = doença incurável! O virtual entra no dia a dia das pessoas sem pedir permissão para invadir nossas vidas, é algo vicioso que faz com que a gente se esqueça de ter um vida social. Exemplo disso está nas salas de aula, cinemas, bares, reuniões de família e etc. Eu não tenho internet no celular e na maioria das vezes me sinto excluída pois todos ao meu redor estão vidrados no aparelho sem ao menos olhar e prestar atenção no que está acontecendo ao redor deles. Isso realmente é um problema, uma droga que não dá vontade de largar, uma solução talvez seria fazer um grupo de auto-ajuda para essa pessoas conseguirem reparar que a vida está passando enquanto estou conectado.
ResponderExcluirEstar conectado virou necessidade. Engraçado, até pouco tempo atrás vivíamos perfeitamente sem nenhum desses aparatos tecnológicos e não faziam falta nenhuma. Confesso que sou uma dessas ''dependentes'' e odeio isso. As vezes, levo até pro banheiro!! Fiz um jogo com meus amigos, fomos a um bar e todos colocaram seus celulares no centro da mesa e era proibido pegar. quem pegasse, pagaria a conta toda. Foi um desastre, desistimos da brincadeira na primeira hora. Será que isso tem cura ?
ResponderExcluirOntem no seminário, um grupo veio com este tema e realmente parei para refletir! Cada dia mais as tecnologias avançam e parece que neste tempo nós não evoluímos. Ao invés de ficarmos mais independentes com estes aparelhos, ficamos mais dependentes. É aquilo de não sair sem o celular, sem iPad, iPod e outros tipos de tecnologias. É verdade que muitas vezes eles nos ajudam, mas ficamos tão envolvidos com esta tecnologia que esquecemos de ver o mundo e, por isso, não saímos da caixinha. Como em São Paulo há rodízio de carros, deveria existir no mundo rodízio de tecnologia, assim aprenderíamos coisas novas.
ResponderExcluirFavilla, sabe aquilo que você disse logo na primeira semana de aula? Que prestava tanta atenção quando andava pela rua que costumava achar muito dinheiro? Bem, depois desse dia a minha vida nunca mais foi a mesma hahahaha.. Ando pelas ruas olhando para todos os cantinhos! Mas nada acontece! E o grande culpado disso não é o celular, sou eu. Estou num nível preocupante e sei que não estou sozinha! Durmo com ele ao meu lado.. Acordo e a primeira coisa que faço é checar o meu 'WhatsApp' e logo depois o meu e-mail... É uma sensação estranha saber que está 'errado' e não agir para mudá-la.. Desativei meu facebook há 2 semanas... O motivo não é bem porque estou a fim de mudar de hábito, mas eu estou me sentindo leve, sabe? Acho que mais pelo fato de não seguir o que a sociedade estipula pra gente... Recomendo que todos façam o exercício de desativar o facebook e e ver quantas semanas conseguem ficar sem, vai dar para medir o seu vício!! A gente tem que avaliar... Imaginem como será com os nossos filhos!!!!
ResponderExcluirEntendo a crítica, mas não acho que a tecnologia seja esse problema todo. Essa é a nova maneira que temos de consumir o mundo. É exagerado, é espetáculo, é status... concordo com tudo isso. Mas, não podemos esquecer que o que essas pessoas fazem no celular é se comunicar. O real, o cheiro, o gosto e o toque são, sem dúvidas, melhor do que o virtual. Porém, devemos lembrar que é esse mesmo virtual que encurta quilômetros de distância. Ele é capaz de unir pessoas de todas as partes do mundo... e não há nada melhor do que isso. Só quem sente a saudade diária de alguém que mora longe é capaz de entender o sentido disto. A internet é aliança de quem não pode estar lado a lado.
ResponderExcluirÉ um pouco assustador pensar que as coisas só tendem a piorar. Pegando o gancho da Thaísa: imaginem como será com os nossos filhos!
ResponderExcluirApesar de ainda estaqr longe, o meu psicológico de ansiosa já está dando sinais. Qual vai ser a qualidade da infância dos nossos filhos? Acho que a nossa geração teve a tecnologia inserida em nossas vidas em um momento um pouco mais saudável. Mas me revolto quando estou na rua e vejo - como vi na semana passada - duas crianças da mesma idade, cada uma com um iphone na mão, sem ao menos se olharem. Meus pais sempre me falaram como era bom brincar na rua sem se preocupar com a falta de segurança, que foi um tema muito mais presenta na nossa geração. Mas estamos falando aqui de um problema mais grave, que provavelmente vai influenciar os nossos adultos do futuro... O individualismo causado pelo bombardeio de tecnologias é perigoso demais.
Ahh o diálogo. Que coisa fascinante! Nao sei se voce lembra, mas este assunto me atrai absurdamente. Quantas coisas podemos acrescentar a nos em um simples dialogo? Quantas pessoas podemos conhecer? O que podemos tirar do outro atraves de uma conversinha de 10 minutos? E o que vem acontecido? Mal prestamos atencao no que os outros falam por estar mexendo no celular. Aquele velho papo de nao faca com os outros o que nao quer que faca com voce... entao, como nos sentimos quando estamos contando uma super historia pra alguem e esta pessoa esta mexendo no whatsapp?? QUE RAIVA QUE ISSO DÁ e o pior, é que tambem faco isso. Ao mesmo tempo que os smartphones facilitam nossas vidas, destroem grandes momentos que poderiam estar aproveitando, nessa nossa vidinha tao curta e rapida. O dialogo é fundamental, com amigos, pais, irmaos, desconhecidos... ele transmite tudo!!! Diferente das redes sociais, voce realmente pode conhecer muito mais alguem do que voce imagina.
ResponderExcluirAssim que você abriu esse post na sala, fiquei observando e consegui me imaginar em em quase todos os exemplos. É engraçado o fato de eu odiar presenciar pessoas que são assim, mas que as vezes eu faço isso sem sentir, por já ser totalmente normal para mim. A tecnologia nos ajuda em muitas coisas, muitas mesmos, temos grandes facilidades que antigamente nem imaginávamos fazer, mas com essa grande quantidade de utilidades vem a parte ruim, as pessoas se acomodaram nesse meio, e vivem em função dele. A vida virtual tem se sobressaído em relação a vida real e os diálogos tem se tornado chats e e-mails. Semana passada vi um profissão-repórter na globo que tratava exatamente sobre esse assunto, que a internet e o computador vem se tornando uma dependência da vida de todos, causando uma falta de vivencia em todas as outras coisas importantes da vida, e fiquei impressionada com as entrevistas, fiquei pensando como alguém pode ser assim ? Como alguém abandona sua vida para viver coisas incertas ?Depois disso descobri quem são os verdadeiros videoidiotas e quero distancia de estilo de vida!!!
ResponderExcluirParece que sempre temos uma desculpa para dar uma checada na internet. Chega a ser cômico como a tecnologia consegue aproximar e afastar as pessoas ao mesmo tempo. Lembro-me de um pensamento que ouvi a algumas semanas: "antigamente nós dividíamos a tela de cinema com centenas de pessoas que também estavam na sala assistindo o filme. Com a chegada da televisão, passou-se a dividir o momento com sua família e amigos. Hoje em dia estamos grudados na tela do celular, que não dividimos com ninguém"
ResponderExcluirEssa foto é um perfeito retrato do que vem acontecendo atualmente. Ando pelas ruas, olho para as pessoas e isso é cada vez mais normal, é tão normal que alguns indivíduos nem se incomodam mais em disputar a atenção de alguém com um celular. Eu mesma sei que cometo esse erro diariamente, e sei o quanto é difícil se controlar. As conversas estão resumidas dentro de um aparelho celular, parece que conversamos com as letrinhas. As vezes damos mais atenção pra aquela pessoa virtualmente do que pessoalmente. O contato olho no olho, cara a cara, o cheiro, o tato, são mais interessantes. O mundo real é tão mais interessante do que o virtual, mas somos tão viciados nesse mundo virtual.. Não podemos negar que essa tecnologia é muito necessaria, temos muitas facilidades e beneficios, mas ela está crescendo e tomando conta de nossas vidas tão exageradamente, que parece que não temos mais pra onde correr, o mundo ja está viciado! Meu trabalho de g2 será exatamente sobre esse assunto, vi meu grupo nesse post! Está sendo totalmente relevante pra mim e para as amigas do meu grupo fazer esse trabalho, pois quanto mais a gente pesquisa, pensa, reflete, nos vemos nessas pessoas, nesses vícios. É uma campanha feita pra gente mesmo, estamos revendo nossos conceitos e é engraçado porque ultimamente nos mesmas estamos nos policiando, uma chamando a atenção da outra, querendo dizer "eei, eu existo, to aqui falando com você, para de dar atenção pra esse celular" .
ResponderExcluirAcho que todos através de suas experiências e suas opiniões disseram muito bem o que é esse fenômeno da tecnologia e como isso afeta a nossa vivência. É muito difícil conversar com alguém que não olha no teu olho. É muito viver com pessoas que a vida está no facebook, que os assuntos estão no facebook e que o e-mail é a principal forma de contato. Eu já acho o telefone impessoal. Imagina um negócio que você não está nem vendo a pessoa e está dizendo que a amo sem mesmo olhar nos olhos dela. Eu cansei de fazer isso! Mas escrevendo agora, me dei conta de quanto poco profundo era isso. Somos escravizados por esse processo tecnológica da comunicação. E conheço 1 pessoa que não tem celular e vive super bem. Mas 1 pessoa! Fomos dominados pelos fenômenos tecnológicos. E temos que aprender como usá-lo da melhor forma possível.
ResponderExcluirComo é possível que algo que foi criado para aproximar as pessoas, possa estar tomando o caminho inverso? Os novos meios de comunicação proporcionados pelo avanço tecnológico, estão nos afastando. Estamos perdendo o processo de interação interpessoal, o qual é extremamente necessário para o amadurecimento do homem. O ato comunicacional não se dá apenas por palavras, mas também por gestos e sensações. A falta desses últimos, cria uma realidade artificial. Somos seres emocionais.
ResponderExcluirLuiz Carlos - 13h
É, as vezes creio que um encontro em grupo é dificultado, em 90% dos casos, por causa das redes sociais, que não são sociais e sim virtuais. Essas redes criam uma falsa perspectiva a respeito da nossa condição como grupo e individuo. Creio que ao chegar em qualquer lugar citado na imagem, você vai se deparar com mil pessoas e uma parte dessas vai estar mais se importando em checar o facebook, twitter, orkut, gmail e demais servidores.
ResponderExcluirO que foi citado no texto e concordo com cada letra que foi escrita, é: "O seu encontro é vazio e estéril", que vejo como uma das maiores verdades da nossa sociedade. Queria lembrar a seguinte ideia de que existe vida além do virtual.
Existem pessoas que culpam as mídias digitais pela falta de interação, eu não as culpo. O problema é com a gente. Nós não sabemos utilizar as tecnologias de forma equilibrada. Todas essas inovações só vieram pra facilitar as nossas vidas, mas somos serem complexos e chatos e conseguimos fazer disso algo ruim paras nossas vidas.
ResponderExcluirJoão Marcos - 13hrs
Sinceramente, não sou hipócrita. Sou viciado em tecnologia. Uso bastante o celular, abuso das mídias sociais e mantenho-me ligado, 24 horas, em tudo que está acontecendo no mundo. Porém, concordo, e muito, que vida "cibernética" não pode tornar-se prioridade. Logicamente, o celular, Ipad e afins, são alguns dos meio de obtenção de informações. Acredito que devemos, sim, procurar informações nesses meios, mas não podemos, também, limitar-nos. Se tem algo que aprendi nesse período, é que podemos ler as informações de tudo. Tudo nos informa algo. Qualquer tecnologia é nem vinda, mas como auxílio, não como necessidade.
ResponderExcluirO que seria da palavra sem aquilo que ela significa? O ser humano não seria o que é se não fosse pela sua capacidade de dialogar, e o diálogo só funciona quando um indivíduo deposita confiança no outro. Confiança essa que, como o texto afirma, "não pode existir, se a palavra, descaracterizada, não coincide com os atos".
ResponderExcluirPor mim, o meio no qual a comunicação se dá não faz a menor diferença. O que realmente importa é que, mesmo com todas as mudanças que vêm ocorrido na sociedade e na forma como os membros dessa interagem, a verdadeira essência do diálogo seja mantida. Uma essência calcada na verdade.
No primeiro período o aluno Igor Torres apresentou um vídeo, se não me engano um trabalho para a G2, que sintetiza como são as novas relações entre as pessoas com o advento das redes "sociais". O que criou-se foi uma armadilha para todos pensarem que por ter esse nome, estamos ficando mais próximos uns dos outros. E eu já fui pego nesta armadilha, diversas vezes, não nego, mas tenho parado mais, ultimamente, para imaginar o tempo que tenho perdido preso no mundo digital, e que poderia estar conversando com um amigo na praia, tomando uma cerveja com um amigo no bar.
ResponderExcluirO vídeo do Igor foi muitíssimo bem lembrado! A capacidade criativa dele foi uma das minhas maiores inspirações.
ResponderExcluirSegue aqui o link:
http://vimeo.com/32830609
Quem ainda não viu, vale muito a pena ver. Lembrando que esse vídeo foi feito pelo Igor no primeiro período da faculdade. O garoto é um gênio.
Favilla, vale a pena conferir.
Eu tenho tendência a gostar muito das coisas analógicas. Acho bonito, romântico.
ResponderExcluirPor outro lado, sou muito ligada ao digital. Sempre gostei muito da internet. A ideia de jogar uma palavra no Google e, de repente, descobrir mil coisas novas sobre um assunto é fantástica.
Antes de ganhar o meu celular "faz-tudo", eu achava que nem precisava muito dele. Para mim, celular servia pra falar e mandar mensagem, só. De repente, passei a enxergar esse aparelho de outra maneira: que alívio poder pesquisar qualquer coisa, a hora que eu quiser! Como é bom ter o jornal, dicionário, youtube, facebook, e-mail, câmera, rádio, tradutor, mapas, livro de receitas, ... tudo isso no meu bolso! É, eu me apeguei a essa tecnologia. Hoje eu estou quase sempre online. E "ai" do sinal falhar, "ai" da bateria ficar fraca. Ele fica no bolso, pra nem correr o risco de eu não sentir vibrar!
Mas eu também sei viver sem tudo isso. Sei muito bem ir pra serra, pra praia, pra fazenda e esquecer que o resto do mundo existe. Acho que o segredo é saber viver esses dois mundos. Nenhum deles pode se sobrepor ao outro, os dois têm que conviver lado a lado.
É só mais uma maneira de se comunicar. Como o Renato disse aí em cima, "o meio no qual a comunicação se dá não faz a menor diferença", o importante é compartilhar emoções. Saber lidar com as novas tecnologias para que a comunicação seja ampliada, não restringida.
obs: silêncio também é texto, também é diálogo. né?
Com essa era da informatização e avanço da tecnologia, os jovens, mais adaptados a esse meio, estão cada vez mais viciados nas convergencias das mídias imposta nos celulares atualmente.Parece que as pessoas não compartilham uma boa conversa face a face, estão o tempo todo digitando. Quando os jovens, principalmente, vão em algum lugar que possa proporcionar alto status, eles fazem questão de mostrar onde estão.Não vão a tal lugar somente para aproveitar. Parece que se não registrar o lugar,com uma foto,para mostrar aos outros, esse lugar fosse perder o sentido.As pessoas estão conectadas quase que 24hrs e, na maioria da vezes, por bobeira. Estamos presos no mundo digital!! Temos informação em abundancia em detrimento da alienção que supera as perspectivas da informação.
ResponderExcluirEstamos vivendo em uma realidade na qual o criador é refém da própria criação. Simplesmente assim. A tecnologia existe para facilitar a nossa vida, não para nos consumir , que é o que está acontecendo. É triste, mas é assim que acontece. Não sei como reverter isso, só sei que estou feliz de não fazer parte desses grupos de viciados.
ResponderExcluirÉ engraçado ver a maioria das pessoas que se utilizam diariamente dessas tecnologias falarem que seja algo inevitável, algo importante ou necessário para elas, mas sinceramente, só mostra que esta pessoa está cada vez mais viciada. Felizmente, não faço parte dos grandes viciados. Mas como diferenciar, alguém que apenas resolve suas necessidades tecnológicas, como e-mail e trabalhos, de alguém que perde os limites do mundo real, qual o limite normal de uso da tecnologia. Eu não sei exatamente o limite, por que a minha forma de utilizar não é constante, além disso não penso em ter um twitter ou um celular com internet e sistema de mensagens, pois sei que isso acabará levando a um uso mais continuo da tecnologia em situações desnecessárias. Essa questão de não saber a hora de usar a tecnologia, eu também acho bem problemática, e acredito que isso tenha se ampliado grandiosamente com o surgimento dos celulares 3G. Esses meios de comunicação estão tornando momentos entre amigos e familiares cada vez mais solitários, e já briguei sério diversas vezes por causa disso.
ResponderExcluirEinstein estava completamente certo a respeito de sua previsão sobre o futuro, que para nós agora, é presente. As pessoas que perdem a vida para estar no virtual são completos idiotas, pois estão vivendo uma farsa, algo que não existe materialmente, e não acrescentará nada a sua vida. Devemos ver o mundo, conversar com as pessoas, nos exercitar,nos relacionar, criar e recriar. Devemos respirar o ar.
Vivemos numa era digital,numa era que o online sobrepoe o real.As pessoas tiram foto da comida, ao invés,de apreciar,mandam mensagens para namorada estando perto dela.
ResponderExcluirTudo é internet,estamos online,estamos sintonizados em todos os momentos seja por celular,seja no notebook,ipad.Não se existe mais aquele bom papo,aquela boa conversa,até a leitura agora é via internet.Somos refém.
Sinto saudade da minha infância,aquilo sim é infância de verdade.Sem computador,vinte amigos na rua,jogando taco,jogando futebol,andando de bicicleta,brincande d policia e ladrão,pique esconde,invadindo o clube,jogando bolinha de gude e hoje a diversão é gameboy,ps3,ps2,nintendo ds entre outros.
É a máquina dominou o criador,a máquina dominou o mundo,dominou o nosso pensamento,por exemplo, agora eu estou escrevendo o que eu penso na Internet,onde várias pessoas vão saber,ver,sem privacidade.
Achei curioso ler esse post logo hoje, porque acabo de voltar da piscina, onde vi uma cena igual a essas. Numa mesa com 4 pessoas, TODAS as 4 mexiam no celular. Com certeza essas tecnologias nos ajudam muito no dia-a-dia, porém devemos saber aproveitar o que elas nos oferecem de melhor na hora certa. Caso contrário, acabamos mudando nosso modo de fazer as coisas, como podemos ver em diversos casos no post, com as pessoas que deixam de conversar com os amigos na mesa, de apoiar o time no estádio, de aproveitar o que estão fazendo (praia, museu...). Apesar de fazer isso algumas vezes, sempre tento me controlar para não ser inconveniente nesse aspecto de usar o celular enquanto estou com os amigos. Tenho a impressão de que muitas vezes as pessoas estão lá só de corpo, mas a alma está em outro lugar, no caso, no celular. Minha preoucupação é como nossos filhos serão, já que as tecnologias se fazem cada vez mais presentes nas nossas vidas.
ResponderExcluirBem-vindo, Luciano.
ExcluirA humanidade inventou as ferramentas e as ferramentas reinventaram a humanidade.
=)
Obrigado, professor. É verdade.
ExcluirAbraço.