quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Da série aprenda com quem faz.


O processo de pensamento que leva à criação de alguma coisa.
Dica de Luisa Taranto, aluna de Comunicação Social da PUC-Rio. 

11 comentários:

  1. Muito legal esse vídeo! Parece ser um trabalho dos sonhos! É incrível como a tecnologia traz um novo olhar sobre as coisas, sobre os detalhes que perdemos no dia a dia.

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  2. São impressionantes as imagens produzidas nesse vídeo. Ficamos com uma grande lacuna que é a questão: como isso foi feito? Como tais imagens foram produzidas? É muito interessante como a tecnologia pode ser uma aliada do processo criativo, mesmo que alguns não saibam usá-la de forma consciente. Impressionante o vídeo.

    Luiz Carlos - 13h

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  3. Fernanda Henriques- 15hrsquarta-feira, outubro 31, 2012

    O processo de criação do artista é a parte mais valiosa da obra, exige concentração e força de vontade. O artista vive intensamente para sua obra enquanto ela esta sendo produzida, pois quando é terminada, quem passa a viver essa obra é o público. A construção de qualquer coisa é um ação que tem vários caminhos, que são prazerosos tanto para quem faz como para quem vê, exatamente como se passa nesse vídeo.

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  4. Tentar e tentar até chegar ao que se quer. Acho que nenhuma ideia pode ser criada na sua melhor forma assim de cara. Com certeza se brincarmos com ela sairá alguma coisa mais legal ainda. Experimentar, mudar, testar, pirar, e refazer tudo pode ser uma boa ideia para uma boa ideia.

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  5. Achei interessante o processo criativo deles. Com uma ideia e a vontade de criar algo novo nos faz sempre buscar o caminho para resolver alguns problemas.
    Outro fato interessante é a junção do analógico com o digital.
    OBS: quero aquela máquina pra mim!

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  6. Fabio Guilherme Dias - 13hquarta-feira, outubro 31, 2012

    Esse post é um pouco contrastante com o dos videotas. Tecnologia é aliada ou inimiga? Nem é preciso responder. Tecnologia possibilita coisas. Ajuda a construir sonhos. Me ajuda a construir os meus sonhos. Eu tenho muito a favor, muito mesmo. Existe o debate: "Ah, mas a técnica não faz uma história de um filme!" Pô, o que adianta um excelente violonista com um violão empenado, que não pega afinação?

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  7. Criar e seu processo, aproximam o objeto criado de seu criador. Quando olhamos a peça final, não observamos apenas a fotografia e o conteúdo. Sabemos de onde veio cada ideia, o trabalho e o envolvimento que aquele projeto exigiu. Nos tornamos verdadeiros pais do nosso trabalho. Defendendo-o com todos os argumentos, que para nós estão ali expostos, mas passam despercebidos para os outros. O processo criativo exige muito mais do que podemos imaginar pois ele vem do coração.

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  8. Achei interessante porque sempre tive curiosidades sobre como são criadas certas propagandas, como a do chocolate.
    É fantástico como a tecnologia vem se tornando aliada da criatividade.

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  9. Matheus Feliciano 17hquarta-feira, outubro 31, 2012

    Não tinha ideia de como esses tipos de filmes publicitários eram criados. O alto detalhe, os movimentos, a sincronia...tudo é perfeito. Afinal, como eu tenho dito, criar é adaptar. O que os profissionais da Marmalade fez foi adaptar os movimentos, as imagens, o conceito, ou seja, toda a essência de um produto com a tecnologia do special effects. Uma adaptação que é uma viagem cerebral. Faz os nossos sentidos se aguçarem sem que vejamos o produto ao vivo. O special effects nos dá essa sensação prazerosa que é como se o nosso mundo fosse aquilo que está sendo apresentado, como se fossemos parte do produto e o nosso cérebro acompanha cada movimento, cada imagem, cada efeito...Não vejo a hora de produzir campanhas assim.

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  10. Yuri Hernandes - 15hquarta-feira, outubro 31, 2012

    Estou impressionado com o trabalhoso processo de construção desse vídeo. Olhando só o resultado final, parece que foi algo simples de fazer, quando na verdade foi muito difícil. Imaginar acaba sendo bem fácil diante do processo de construção de um vídeo.

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  11. Não são só o zoom impressionante e a câmera lenta: as cores são mais vivas. É possível perceber que o trabalho não se resume somente a filmar alguma coisa com uma boa câmera e diminuir a velocidade do vídeo. Bem, admito que essa era a visão que eu tinha. Não fazia ideia da quantidade de esquipamentos sofisticados e mão-de-obra necessários para produzir segundos de um vídeo. Os momentos mais banais ganham charme quando filmados assim.

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