Estender a mão é arriscar-se a comprometer-se / Mostrar os seus sentimentos é arriscar-se a se expor / Dar a conhecer as suas ideias, os seus sonhos, é arriscar-se a ser rejeitado/Amar é arriscar-se a não ser retribuído no amor / Viver é arriscar-se a morrer / Esperar é arriscar-se a desesperar / Tentar é arriscar-se a falhar / Mas devemos nos arriscar ! / O maior perigo na vida está em não arriscar / Aquele que não arrisca nada / Não faz nada ! / Não tem nada! / Não é nada!
Rudyard Kipling

Talvez seja esse o problema: Não nos arriscamos. Por que? Por medo de sair da nossa zona de conforto, por vergonha, por estarmos recolhidos em nosso cantos sem termos a audácia de sair para ver o mundo lá fora. Já estamos acostumados e condiciados a ficarmos presos dentro de nós mesmos. OUSADIA. É essa a palavra que está faltando no nosso dicionário particular. Arriscar é errar ou acertar, é sorrir ou chorar, é ousar. É não esperar só um lado positivo, é estar preparado para qualquer coisa e enfrentar de frente, sem medo, sem remorso.
ResponderExcluirComo sempre disse minha avó "quem não arrisca não petisca", e sempre teve razão.
ResponderExcluirCom ela aprendi que não temos nada a perder, afinal arriscamos tudo por algo melhor.
Imagine a monotonia que não seria esta vida se ninguém se arriscasse, não chegaríamos aonde chegamos. Então vá por mim, ARRISQUE-SE, a vida é apenas uma e as chances são poucas, pense em quantas coisas boas pode estar perdendo por não se arriscar o bastante.
A conclusão do post é que quem não arrisca, não vive? Se for, eu queria discordar. Existe vida sem correr riscos sim, mas é um tipo de vida tão medíocre, sem cor, sem motivação, fria e sem razão. Sem riscos, somos vazios. Somos dotados de perguntas como “e se eu tivesse...?”, sem histórias para contar, sem sentimentos pra colecionar. A vida até segue, mas sem o pulsar do coração...
ResponderExcluirAndréia Coutinho - 17h
A palavra "risco"já tem, em si, um ideal um pouco ruim. Para falar a verdade, nós sempre evitamos, na maioria das vezes, o risco. Até a natureza obedece a uma lei que favorece o menor esforço. É....a gente também é assim. Buscamos os "investimentos"de menor risco. É mais fácil, mais cômodo, e se você errar, todo mundo erra contigo. Para ser sincero, eu pensei assim durante muito tempo na minha vida. Fazer algo que seja diferente, inovador dá muito medo. Sempre me deu muito medo. Ainda bem, que o medo acompanhou os mais corajosos homens. Medo não é sinal de fraqueza. Se eu disser que não sinto medo quando leio um post e vejo essa tela em branco pronta para ser escrita, será mentira. Tenho medo do que os meus leitores vão achar. Tenho medo de que eu não agrade, ou pior ainda, que eu os cause indiferença. Alguns post atrás eu falei sobre a indiferença. Sabe aquelas frases feitas que todo mundo coloca no seu perfil da rede social que mais serve para uma auto-massagem do ego do que para qualquer outra coisa? É exatamente isso que eu não quero que o que eu escrevo vire. Isso, eu sei, só cabe a mim. O quando de risco eu estou disposto a correr com a minhas mais loucas ideias. Estou com medo da G1 de Técnicas II. Não sei qual será a reação dos alunos ou do professor. Porém, não posso deixar de arriscar.
ResponderExcluirNão sei quem é você, mas acho que está no caminho certo.
ExcluirDe verdade, você tem a minha deferência.
Você não é genérico.
Viver, na sua essência, seria então sair da caixinha? Nos arriscamos e tentamos a cada segundo, e por mais que a vida seja meio cruel as vezes, ela não deixa de ser mágica. Cabe a nós tentar acertar os passos, lidar com os erros e nos reconhecer nos acertos. E se foi um erro, paciência, quem nunca errou? Os tropeços são essências para evoluirmos, o que não dá é para ficar parada, pensando no que poderia ter sido e não foi. Não foi porque provavelmente o universo reserva algo melhor, cabe a nós unir todas as forças que temos, que essa sim pode ser maior do que todos os ventos contrários. Bom mesmo é poder pintar e bordar e saber brincar de viver.
ResponderExcluirTodos vocês realmente estão certos, e na verdade não vou discordar. Estamos tão condicionados que todos falamos - sugeridos pelo próprio texto - sobre a palavra arriscar. Mas será que é dela que temos que falar? Eu concordo que arriscar seja TUDO isso. Já que tudo é texto vamos olhar pro que leva arriscar. Arriscar leva a se comprometer, expor, ser rejeitado, amar e não ser retribuído, morrer, desesperar, falhar. Olha quanta coisa que ganhamos. Olha quanto aprendizado que temos. Falando em comprometer-se, Platão, disse uma vez que quanto mais você se compromete mais responsabilidade você, mais afazeres você; ou seja, quanto mais você se arrisca, mais coisas você tem a ganhar ou, logicamente, a perder; por que não? Ganhar ou perder um mero acaso. Mas decidir, escolher, amar isso sim um ato. Tudo isso que eu falei é logicamente pra concordar com todos vocês e endossar que temos que olhar pro mundo com olhos de quem veio pra ele com algum objetivo. Galgando chances, oportunidades. Vivendo.
ResponderExcluirAdmito, saber que a minha nota máxima necessariamente será ruim faz com que eu desacredite em algumas pequenas coisas. Ainda por cima pelo motivo de poucos comentários no blog. Como esse é o pensamento presente na minha cabeça, já que venho comentar aqui puramente por pontos, vou tentar relacioná-lo com o tema do tópico.
ResponderExcluirAh, não. Eu digo não, isso aqui não é nenhuma espécie de reclamação.
A minha dúvida é se eu deixei de fazer algum comentário por medo de arriscar.
Os pensamentos que estavam na minha cabeça eram (talvez ainda sejam) os seguintes: só comentar quando acreditar ter realmente algo a acrescentar ao tema abordado; evitar repetir, com palavras diferentes, apenas o que é dito nos posts; evitar citações do tipo "Nenhum obstáculo será tão grande se sua vontade de vencer for maior", ou quaisquer outras que sejam tão comuns que passam a ter o significado perdido, que são meramente reproduzidas e não necessariamente absorvidas por quem as recita.
Porém, como já disse: me vi com 2,5 pontos a menos na média. Não importe o quanto eu me esforce a G1, minha nota será abaixo da média =) Serviu como um belo incentivo.
Como só pude comparecer às aulas na segunda ou terceira semana de aulas, esse detalhes dos pontos me surpreendeu negativamente.
Então eu pensei, com todo o meu egocentrismo explícito (não escondo): OU a maioria das pessoas é muito mais boba do que eu, OU muito mais esperta. OU muitas pessoas estavam comentando com uma percepção muito ingênua das coisas, como já disse, repetindo o raciocínio dos textos postados com outras palavras, sem refletir sobre o conteúdo passado, apenas reproduzindo as coisas... OU elas estavam sendo muito safas postando coisas só por postar para garantir os seus pontos XD
Senti que eu tinha que entrar no jogo. Tô ficando pra trás. Só que não dá pra escrever qualquer coisa. Até porque talvez o professor reconhecesse a minha falta de originalidade.
Imagino se alguém começou a ler esse comentário e parou na metade XD Vai ficar me achado um babaca por resto da vida. Agora vem a parte que eu paro de reclamar e começo a refletir.
Comecei a pensar também que TALVEZ o professor tenha me chamado de "bocó" mais de 10 vezes por algum motivo. Levantei a pergunta sobre julgar a arte na aula de perguntas para o professor e não obtive resposta clara (já que a minha pergunta não foi clara). O que todos alunos comentam aqui é arte? Algo me faz pensar que sim. Acho melhor eu começar a me preocupar em descer do salto. Eu realmente tenho muita facilidade de julgar tudo o que vejo.
As vezes as coisas vão sendo projetadas na minha cabeça e eu vou deixando-me levar. Volta e meia tenho que parar e ceder um pouco. Rever meus conceitos. Eu reconheço o meu esforço na hora de criar qualquer tipo de conteúdo, como esse próprio comentário.
Agora, será que todas essas desculpas que eu invento para não fazer comentários no blog não passam de autodefesas? Será que é tudo medo de me arriscar?
Realmente não sei. Talvez seja apenas preguiça de tentar extrair coisas de tantos temas. Vai saber...
Até porque, se eu tivesse medo de me arriscar, acho que não seria tão desprovido de medo de fazer uso da sinceridade em minhas criações.
Mas pensando bem, eu me julgo muito. MUITO. Sou extremamente crítico. Gosto de ser assim. E isso faz com que eu seja um filtro muito exigente na hora de tornar público a maioria dos meus trabalhos, meus textos, minhas criações. E quando esse conteúdo passa pelo meu próprio filtro, mas é barrado em outro "filtro", eu sinto. Dói. E nunca me acostumo. Quando isso ocorre, sempre acontece uma imensa desconstrução interna dos meus valores de julgamento. Conflitos internos.
Acho que todos temos medos de se arriscar sim. É interessante dissecar essa informação, realmente entendê-la e ter noção da fragilidade da nossa camada superficial construída pelo nosso ego. Essa crosta que às vezes nos faz pensar que somos inatingíveis.
Não é fácil correr riscos. Seja um risco muito complexo ou o mais simples. Falta na maioria das pessoas a vontade de fazer algo diferente, inovador. É mais fácil ficar no óbvio, no fácil. É mais confortável ficar na média. Acho que isso é consequência de como os outros recebem as diferenças e as coisas novas. É fácil dizer que gosta do que é diferente ou inovador quando se trata de uma tecnologia nova, mas e pensamentos? Experimente pensar muito diferente da maioria... por um dia, diga aos seus conhecidos e familiares que você gosta de Hitler. Pode ser um exagero, mas isso mostra que as pessoas preferem valores e opiniões que vão de acordo com a maioria. Raras pessoas arriscam em dizer o que pensam se acham que não será bem aceito pelos outros.
ResponderExcluirUm folião, ao voltar pra casa depois de mais um dia de carnaval, sentou-se em frente ao espelho e fiquei observando aquela imagem. Ele não reconhecia a figura que se via no reflexo. Depois de muito pensar chegou a conclusão que era ele. Daí perguntou ao espelho: "Quem é você? Você é quem está olhando para mim ou um personagem dum carnaval sem fim?".
ResponderExcluirPara responder essa pergunta, não é necessário um espelho, mas sim um coração. E só temos a certeza de tê-lo quando rompemos com as amarras que nos cercam e arriscamos nesse de grande baile que chamamos de vida. A fantasia nos esconde. É hora de encerar o baile de mascaras.
Luiz Carlos - 13 horas
É muito medo do não que as pessoas tem. E dai que sofrer é ruim? Podemos crescer com o sofrimento. Porque não se pode errar? Temos que aprender com os erros. Pegue o caminho errado, só assim você vai saber que ele não é o certo. Nesse curso nos esforçamos pra sair da caixinha mas eu acho que é muito mais que isso. Como se fosse uma caixa dentro da outra, dividida em etapas. E é isso que sempre devemos buscar, sair da zona de conforto. Uma vida dentro das caixas é tempo desperdiçado, e só se percebe isso quando se ultrapassa a primeira barreira. Então, buscar o novo vira um vício.
ResponderExcluirAdmito que já fui d me arriscar mais e que hoje estou um pouco parada. Admito também que em todas as vezes que me arrisquei nem sempre foram boas as respostas que eu tive, mas as que foram... valeram a pena! E faria tudo novamente. Estou numa fase da minha vida, ao contrário de todos, de politicamente correta! Talvez por ter aprontado tudo cedo demais e as situações que estou passando! E agora que entrei nessa "zona de conforto", nossa, como é difícil de sair dela. Por mais que eu queira sair, vivenciar e explorar as coisas, a preguiça não deixa.. a preguiça não, a rotina... Me vejo em um momento que mal tenho tempo para curar um resfriado, quanto mais mudar o modelo. Mas com o tempo, acredito e vou, sair dessa zona e ser a verdadeira Mariana que, sempre, está aberta ao mundo.
ResponderExcluirNão temos medo de dizer eu te amo, temos medo da resposta, não temos medo de altura, temos medo de cair, não temos medo de arriscar, temos medo do resultado e do que os outros pensarão da gente.
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