sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Em observação.

Tenho evitado cuidadosamente rir-me dos atos humanos, ou desprezá-los; o que tenho feito é tratar de compreendê-los.
Baruch Espinoza

9 comentários:

  1. Pedro Antonio - 17hsábado, agosto 11, 2012

    Na verdade nossos atos são carregados de erros, somos humanos. Não há por que rir ou desprezar; há de se criticar positivamente; há de se aprender com os erros e torná-los acertos. Mas não rir ou desprezar pois amanhã podemos cometer o mesmo o erro do outro. Entender seja talvez a melhor palavra!

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  2. Matheus Feliciano 17hsábado, agosto 11, 2012

    Queria conseguir relacionar o post com uma frase que ouvi ou li em algum lugar. Dessa vez não lembrei de nenhuma. Mas dessa vez não consegui concordar com o que o texto disse. Talvez não o tenha entendido em sua plenitude; mas é um risco que eu estou disposto a correr. Por que evitar-me de rir dos atos humanos? Acho que desprezar, realmente, é um ato muito forte e extremo; mas não rir. Nunca conseguirei compreender o ser humano, pois este está em constante mudanças. Mudamos nossos pensamento, nossas ações, as pessoas com que nos relacionamos, os lugares que visitamos...
    Como tentar compreender um ser tão complexo? Como compreender uma gama de sentimentos e emoções que parecem vir de lugar algum que preferimos dizer que elas vem de um lugar abstrato chamado "coração". Como entender um ser que não sabe nem se criar sozinho? Acho que posso rir, sim, dos atos humanos. Posso senti-los, contemplá-los, mas se eu tentar compreendê-los, será em vão. Obviamente, minha opinião não é a verdade absoluta e plena; afinal, como eu mesmo disse anteriormente, tudo no mundo humano está em constante mudança; até a sua concepção de verdade absoluta. Ouvi uma frase de um professor esta semana:"O impossível de hoje pode ser o padrão de amanhã".

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  3. Bem-vindo, Pedro.
    =)

    _______
    Matheus:
    Assim é se lhe parece. Excelente reflexão.
    =)

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  4. Todo ser humano comete ‘erro’. Erro? Que erro? Quem disse o que é certo ou errado? Todo dia eu paro, reflito e me pergunto: será que eu estou fazendo a coisa certa. Tenho certeza que eu não sou o único que faz isso. Então, porque nos fazemos esse tipo de pergunta? Talvez, porque vivemos em um mundo padronizado, na qual qualquer ato que fuga de um padrão pré-estabelecido torna-se errado. Um dia um velho sábio disse que não existe verdade absoluta, o que existe é uma verdade relativa, ou seja, varia de acordo com a vontade do dono, como diria minha mãe. Finalizando, jamais devemos cair no erro (olha aí, realmente é muito difícil evitar essa palavra) de desprezar ou julgar ato do próximo como errado , devemos sim tentar entender e principalmente respeitar. Bom em relação a rir................ahhhhh rir é sempre bom.

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  5. Bem-vindo, Yuri. Dica: procure uma postagem intitulada 'Vida de Clichê'. Tudo a ver com sua postagem.
    =)

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  6. Renato Baroni, 13hdomingo, agosto 12, 2012

    Muitas vezes me pego desprezando atitudes passadas que tomei. Porém logo em seguida paro e reflito sobre o quanto meus erros contribuíram para fazer de mim quem sou, talvez até mais que meus acertos. Os erros são o tempero da vida; são eles que a tornam uma história interessante de ser contada, com um roteiro imprevisível. São eles que nos tornam humanos e fazem de nós quem somos, como indivíduos. Portanto, defendo a ideia de que devemos todos buscar entender as atitudes humanas, acima de tudo as nossas próprias, resultem elas em "acertos" ou em "erros" (se é que realmente existe uma distinção quando toda e qualquer atitude segue a história para frente). Compreender nossos atos nos ajudaria a entender o que nos molda, para que, talvez, ao final, consigamos descobrir quem somos de verdade.

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  7. Bem-vindo, Renato.
    Excelente reflexão.
    =)

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  8. "mas, honestamente, o que você esperava, Branca?"
    de mim mesma, nunca parei pra pensar.
    mas daquilo que você ama com tamanha intensidade
    e que te vai embora num desligar de telefone
    eu penso:
    "eu espero meu amor, que o mundo de todas as voltas antes do fim."

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  9. Bem-vinda, Branca.
    Grifo de que autor?
    =)

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