terça-feira, 24 de julho de 2012

Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda peão.




Time lapse criado pelo fotógrafo Knate Myers, apenas com images captadas pela Estação Espacial Internacional (ISS). 100% do que você nesse video é real, nãonenhum efeito especial, a não ser aqueles produzidos pelo próprio planeta e seus habitantes

Impressionante como o ser humano alterou a imagem da terra, principalmente com as luzes, clara característica do crescimento populacional e urbano. Um alien teria visto um planeta bem diferente 100 anos atrás.

E apesar da Estação Espacial parecer ser a nave espacial, a verdadeira mesmo é essa bolona em que estamos como passageiros, rodopiando e viajando a 220 KM/segundo através do espaço.

Bom pra lembrar que você tem apenas algumas voltinhas nesse carrossel…aproveite bem cada uma delas.
Li no Update  Título: Chico Buarque

2 comentários:

  1. Ai ai, o espaço. Não tem nada mais bonito do que o espaço, só talvez o fundo do oceano. Quem me dera poder viajar nessa escura imensidão em expansão que na verdade é iluminada por estrelas antigas e longínquas. Só de pensar que é possível apontar um telescópio para o início do universo, tudo aquilo que já é fantástico se torna esplêndido (que talvez seja até pouco.)

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  2. Engraçado ver tudo isso e se dar conta da pequenitude do ser humano. Como somos frágeis diante da própria vida. Como ainda temos tanto caminho a percorrer para, quem sabe, desvendar alguns dos mistérios da existência.
    Somos capazes de tantas coisas, de "criar" e destruir a vida, de explodir o mundo, de viajar pelo cosmos. Mas não somos capazes de perceber nossa própria fraqueza, finitude e fragilidade.
    Superestimamos tanto nossa inteligência, a qual consegue levar o homem à Lua, à Marte...Mas não conseguimos transpor os limites que separam os homens uns dos outros. Parece que é mais fácil se distanciar do que se aproximar. Parece mais cômodo. O contato assusta, a exposição deixa vulnerável. A nudez da alma é quase a morte.
    Por isso vamos o mais longe possível, conhecer as mais longínquas galáxias, nomear estrelas e fincar bandeiras em outros planetas e astros.
    Porque o ser humano tem que demarcar território, quer ser visto e lembrado pelos seus feitos, conquistas e vitórias. Quer que saibam, num futuro bem distante, que um dia houveram humanos ali. Só esqueceram de dizer quem eram. Ou então não disseram porque não sabiam.

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