Tudo que se dá à leitura é texto. Afinar o olhar e saber ler o mundo é poder agir sobre ele, tecendo e destecendo a vida, assumindo a autoria de sua história. Inspirado no poema Ler o Mundo, de Afonso Romano de Santanna (1989), o portal nasceu em 2007 com a missão de mudar a perspectiva do olhar dos meus alunos de Comunicação Social e de Artes e Design da PUC-Rio. E transformou-se numa prática de leitura e de autoria fundamentada na interlocução e na parceria. luizfavilla@gmail.com
domingo, 18 de março de 2012
Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas. Mário Quintana
Adoro essa frase do Mário Quintana, e é a maior verdade do mundo. A leitura é capaz de mudar as pessoas, após terminar um livro você não é igual ao que era antes de lê-lo. Os livros nos amadurecem, nos tornam capazes. E assim vamos aos poucos mudando o mundo ao nosso redor. Seria maravilhoso um mundo onde as bibliotecas fossem mais importantes do que os bancos. Um mundo onde o pensamento, a conversa fossem mais importantes do que o dinheiro. Um mundo onde a ganância seria deixada de lado.
É a mais pura verdade! Se as pessoas ao terminarem um livro transmitissem parte do seu aprendizado e amadurecimento diante ao mundo, o mesmo se tornaria cada vez melhor. Um mundo com pessoas mais inteligentes e com coisas novas a contribuir e sem a afobação do dinheiro antes de tudo, seria um mundo livre de tanta ignorância.
Excelente frase do Mário Quintana! Acho que muitas pessoas subestimam o poder da leitura. Você não aprende simplesmente o que a história lhe conta, ao ler a imaginação aflora e o aprendizado não tem limites. Seria muito bom se todos levassem esse novo conhecimento para a vida.
Mudar a forma como o mundo valoriza mais umas coisas que outras, depende de nos mesmos. Sera que na nossa rotina escolhemos os livros como mais importante?
Adoro essa frase... e incluindo, curto essa "Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem" também do Mário Quintana. Todos deveriam sentir o prazer de ler um livro e viver intensamente aquela história. Quem o faz, certamente sente uma mudança interior a cada leitura. Minha estante ainda é pequena.. mas cada livro me faz reviver um momento da minha vida. Tem aquele que li quando estava triste, outro quando estava afim de me sentir em uma aventura, e ainda aquele que li apenas por achar a capa legal e acabei me surpreendendo com o conteúdo. E respondendo a Mafalda: Sim, sim e sim!
Realmente,a leitura tem esse dom de mudar crenças,sentimentos,pessoas.É como eu sempre digo,comprar livros é um investimento e entender isso é o primeiro passo para apreciá-los. E ao contrário do que muitos pensam,ler não é uma perda de tempo,é um ganho de conhecimento. Concordo com a Mafalda,seria ótimo se o ser humando percebesse qual é seu verdadeiro tesouro!
Com certeza seria maravilhoso! Se isso acontecesse, sem dúvidas teríamos uma população muito mais rica em cultura do que em bens materiais, o que seria ótimo. Os livros têm uma grande influência sobre o homem e o modo dele pensar e agir. Se, em vez de irem ao banco pegar dinheiro, as pessoas fossem à biblioteca pegar um livro, o nosso estado estaria, definitivamente, bem menos crítico.
Existe coisa mais agradável do que sentar e ler? um livro, um jornal, uma revista, o que seja. Em casa, no ônibus, no metro, tanto faz. A intenção é ocupar a mente de uma maneira tão proveitosa que o tempo voa e a cada instante você relaxa e quer mais. Todos sabem e sentem isso. Agora, existe coisa mais estressante do que ir ao banco? de manhã, de tarde, de noite, o que seja. Pra fazer um depósito, sacar dinheiro, pagar contas, tanto faz. É sempre um saco entrar naquele ambiente nada receptivo e que ainda nos faz ficar horas esperando e tornando qualquer processo simples, uma chatisse interminável. Todo mundo sabe e sente isso. Acho que melhor é levar um livro sempre a mão quando a ida ao banco seja inevitável. Talvez aí seja o ponto em que a ficha caia e a conclusão daquilo que todos sabem e sentem seja a mesma: bibliotecas são mais importantes do que os bancos. Cultura, saber, pensamento crítico, opiniões fortes e contestadoras são os bens mais valiosos que alguem pode conquistar.
Peço permissão para completar o pensamento com um provébio chinês: "Antes de começar o trabalho de modificar o mundo, dê três voltas dentro de sua casa.". Grandes mudanças começam com pequenos gestos. Ler mais livros, ouvir mais pessoas e fazer a sua parte para não degradar a natureza são fatores que formam cidadãos que irão deixar sua marca nas pessoas e no mundo. E termino com outra frase que desconheço o autor: "Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Os livros e a biblioteca são colocados na tirinha por representarem o saber e a reflexão intelectual, mas muitas outras manifestações culturais e artísticas, além de diversas instituições, tem seus posicionamentos "invertidos" com o dos bancos. Teatros, escolas, cinemas, museus, ateliês e diversos outros exemplos estão muito bem representados na tira.
Genial. Quando lemos um BOM livro é como se deixássemos um pedaço de nós mesmos em suas páginas. Adoro reler livros e descobrir meu "eu do passado", o quanto eu amadureci após o ter lido. Por vezes fico triste ao terminar uma leitura. É como se estivesse dizendo adeus a um amigo querido. Adeus não, até a próxima leitura =D
Com certeza. O conhecimento está mais do que nunca ao nosso alcance, e a busca por ele parece ser cada vez menor. Hoje mesmo saiu no Globo que os brasileiros lêem em média só 2 livros por ano. E que 75% da população nunca foi a uma biblioteca. Uma tristeza..
com toda a certeza.. o que o banco te ensina... a aplicar o seu dinheiro e aprender a usar o caixa eletrônico? as pessoas se esquecem que a vida é muito mais do que dinheiro.. um bom livro te leva para vários lugares, você conhece várias culturas sem sair do lugar e isso é incrível. no dia em que a biblioteca for mais importante que o banco o mundo será muito melhor..
Ah, os livros... Eu juro que não sei o que seria da minha vida hoje se eu não tivesse a curiosidade de ter pego "O Menino Maluquinho" na estante da minha mãe e ler aquele livro maravilhoso aos 7 anos. Desde então, não parei de ler livros. É o melhor jeito de viajar sem sair de casa. E quando nos identificamos com personagens? É incrível! Bom mesmo é tirar um dia para ler aquele livro que você tanto gosta, ou que você tá esperando o momento certo pra ler. Agradeço todo dia por gostar de ler.
É sabedoria popular que, com o livro, podemos viajar sem sair do lugar. Mas viajamos como? Só conhecemos lugares diferentes? Creio que a leitura informa a pessoa que poderíamos ter sido, mas não somos. Palestrante do TED× East, a jovem poeta Sarah Kay questionou quantas vidas podemos viver.
Sarah queria absorver o máximo de experiências no mundo. Ela queria ser bailarina, astronauta e mil outras coisas. Mas ela “descobre” que só vai poder viver sua vida, pois cada momento só pode ser vivido em um lugar, em um contexto, com certas pessoas, e não se pode pensar em repetir o tempo que passou para revivê-lo em um outro lugar. Ela não foi uma adolescente em Paris, ou em Fiji, ou em São Paulo. Ela foi uma adolescente em Nova Iorque e, como nos conta, não poderá saber como é passar essa fase da vida em outro lugar. Mas ela dá uma solução maravilhosa para esse problema: nos mostra que, por meio da leitura, temos a chance de ser integralmente aquilo que poderíamos ter sido e viver, extraordinariamente, aquilo que somos.
Se o que pensamos é o que somos, podemos ler mais e pensar mais. E, pela leitura, podemos, além de viver o que somos, viver também o que não somos. Isso não pode ser mais evidente para alguém do que para aqueles que queimam livros. Eles sabem como ninguém do poder que os livros têm de modificar as pessoas. Por isso mesmo que tratam de queimá-los e substituí-los pelos seus, como foi feito pelos nazistas na época em que Hitler estava no poder na Alemanha. Esses alemães sabiam como os livros podiam influenciar as pessoas e as revoluções que poderiam ser causadas por isso.
Eu sempre faço a mesma pergunta que a Mafalda. Isso me lembrou algo que aconteceu agora com o Oscar. Eu, por estar muito curiosa em saber sobre a história, resolvi ler o livro do Martin Sixsmith, Philomena. Quando eu vi o filme, fiquei angustiada, porque o livro me deu tanto mais informação/experiência/emoção que cheguei a considerar o longa "ruim", e ele foi indicado ao Oscar.
Juliana: livro e filme são suportes de leitura distintos. Cada um tem sua especificidade bem clara. Comumente confundimos tudo e afirmamos que o livro é melhor que o filme ou vice-versa. Isso é uma bobagem. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Definitivamente são narrativas diferentes.Ambas, deliciosas aos leitores do mundo. =)
Adoro essa frase do Mário Quintana, e é a maior verdade do mundo. A leitura é capaz de mudar as pessoas, após terminar um livro você não é igual ao que era antes de lê-lo. Os livros nos amadurecem, nos tornam capazes. E assim vamos aos poucos mudando o mundo ao nosso redor. Seria maravilhoso um mundo onde as bibliotecas fossem mais importantes do que os bancos. Um mundo onde o pensamento, a conversa fossem mais importantes do que o dinheiro. Um mundo onde a ganância seria deixada de lado.
ResponderExcluirÉ a mais pura verdade! Se as pessoas ao terminarem um livro transmitissem parte do seu aprendizado e amadurecimento diante ao mundo, o mesmo se tornaria cada vez melhor. Um mundo com pessoas mais inteligentes e com coisas novas a contribuir e sem a afobação do dinheiro antes de tudo, seria um mundo livre de tanta ignorância.
ResponderExcluirExcelente frase do Mário Quintana! Acho que muitas pessoas subestimam o poder da leitura. Você não aprende simplesmente o que a história lhe conta, ao ler a imaginação aflora e o aprendizado não tem limites. Seria muito bom se todos levassem esse novo conhecimento para a vida.
ResponderExcluirMudar a forma como o mundo valoriza mais umas coisas que outras, depende de nos mesmos. Sera que na nossa rotina escolhemos os livros como mais importante?
ResponderExcluirAdoro essa frase... e incluindo, curto essa "Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem" também do Mário Quintana. Todos deveriam sentir o prazer de ler um livro e viver intensamente aquela história. Quem o faz, certamente sente uma mudança interior a cada leitura. Minha estante ainda é pequena.. mas cada livro me faz reviver um momento da minha vida. Tem aquele que li quando estava triste, outro quando estava afim de me sentir em uma aventura, e ainda aquele que li apenas por achar a capa legal e acabei me surpreendendo com o conteúdo. E respondendo a Mafalda: Sim, sim e sim!
ResponderExcluirRealmente,a leitura tem esse dom de mudar crenças,sentimentos,pessoas.É como eu sempre digo,comprar livros é um investimento e entender isso é o primeiro passo para apreciá-los. E ao contrário do que muitos pensam,ler não é uma perda de tempo,é um ganho de conhecimento. Concordo com a Mafalda,seria ótimo se o ser humando percebesse qual é seu verdadeiro tesouro!
ResponderExcluirCom certeza seria maravilhoso! Se isso acontecesse, sem dúvidas teríamos uma população muito mais rica em cultura do que em bens materiais, o que seria ótimo. Os livros têm uma grande influência sobre o homem e o modo dele pensar e agir. Se, em vez de irem ao banco pegar dinheiro, as pessoas fossem à biblioteca pegar um livro, o nosso estado estaria, definitivamente, bem menos crítico.
ResponderExcluirExiste coisa mais agradável do que sentar e ler? um livro, um jornal, uma revista, o que seja. Em casa, no ônibus, no metro, tanto faz. A intenção é ocupar a mente de uma maneira tão proveitosa que o tempo voa e a cada instante você relaxa e quer mais. Todos sabem e sentem isso. Agora, existe coisa mais estressante do que ir ao banco? de manhã, de tarde, de noite, o que seja. Pra fazer um depósito, sacar dinheiro, pagar contas, tanto faz. É sempre um saco entrar naquele ambiente nada receptivo e que ainda nos faz ficar horas esperando e tornando qualquer processo simples, uma chatisse interminável. Todo mundo sabe e sente isso. Acho que melhor é levar um livro sempre a mão quando a ida ao banco seja inevitável. Talvez aí seja o ponto em que a ficha caia e a conclusão daquilo que todos sabem e sentem seja a mesma: bibliotecas são mais importantes do que os bancos. Cultura, saber, pensamento crítico, opiniões fortes e contestadoras são os bens mais valiosos que alguem pode conquistar.
ResponderExcluirPeço permissão para completar o pensamento com um provébio chinês: "Antes de começar o trabalho de modificar o mundo, dê três voltas dentro de sua casa.". Grandes mudanças começam com pequenos gestos. Ler mais livros, ouvir mais pessoas e fazer a sua parte para não degradar a natureza são fatores que formam cidadãos que irão deixar sua marca nas pessoas e no mundo. E termino com outra frase que desconheço o autor: "Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
ResponderExcluirOs livros e a biblioteca são colocados na tirinha por representarem o saber e a reflexão intelectual, mas muitas outras manifestações culturais e artísticas, além de diversas instituições, tem seus posicionamentos "invertidos" com o dos bancos. Teatros, escolas, cinemas, museus, ateliês e diversos outros exemplos estão muito bem representados na tira.
ResponderExcluirGenial. Quando lemos um BOM livro é como se deixássemos um pedaço de nós mesmos em suas páginas. Adoro reler livros e descobrir meu "eu do passado", o quanto eu amadureci após o ter lido.
ResponderExcluirPor vezes fico triste ao terminar uma leitura. É como se estivesse dizendo adeus a um amigo querido. Adeus não, até a próxima leitura =D
Com certeza. O conhecimento está mais do que nunca ao nosso alcance, e a busca por ele parece ser cada vez menor. Hoje mesmo saiu no Globo que os brasileiros lêem em média só 2 livros por ano. E que 75% da população nunca foi a uma biblioteca. Uma tristeza..
ResponderExcluircom toda a certeza..
ResponderExcluiro que o banco te ensina... a aplicar o seu dinheiro e aprender a usar o caixa eletrônico? as pessoas se esquecem que a vida é muito mais do que dinheiro.. um bom livro te leva para vários lugares, você conhece várias culturas sem sair do lugar e isso é incrível. no dia em que a biblioteca for mais importante que o banco o mundo será muito melhor..
Ah, os livros... Eu juro que não sei o que seria da minha vida hoje se eu não tivesse a curiosidade de ter pego "O Menino Maluquinho" na estante da minha mãe e ler aquele livro maravilhoso aos 7 anos. Desde então, não parei de ler livros.
ResponderExcluirÉ o melhor jeito de viajar sem sair de casa. E quando nos identificamos com personagens? É incrível!
Bom mesmo é tirar um dia para ler aquele livro que você tanto gosta, ou que você tá esperando o momento certo pra ler.
Agradeço todo dia por gostar de ler.
É sabedoria popular que, com o livro, podemos viajar sem sair do lugar. Mas viajamos como? Só conhecemos lugares diferentes? Creio que a leitura informa a pessoa que poderíamos ter sido, mas não somos. Palestrante do TED× East, a jovem poeta Sarah Kay questionou quantas vidas podemos viver.
ResponderExcluirSarah queria absorver o máximo de experiências no mundo. Ela queria ser bailarina, astronauta e mil outras coisas. Mas ela “descobre” que só vai poder viver sua vida, pois cada momento só pode ser vivido em um lugar, em um contexto, com certas pessoas, e não se pode pensar em repetir o tempo que passou para revivê-lo em um outro lugar. Ela não foi uma adolescente em Paris, ou em Fiji, ou em São Paulo. Ela foi uma adolescente em Nova Iorque e, como nos conta, não poderá saber como é passar essa fase da vida em outro lugar. Mas ela dá uma solução maravilhosa para esse problema: nos mostra que, por meio da leitura, temos a chance de ser integralmente aquilo que poderíamos ter sido e viver, extraordinariamente, aquilo que somos.
Se o que pensamos é o que somos, podemos ler mais e pensar mais. E, pela leitura, podemos, além de viver o que somos, viver também o que não somos. Isso não pode ser mais evidente para alguém do que para aqueles que queimam livros. Eles sabem como ninguém do poder que os livros têm de modificar as pessoas. Por isso mesmo que tratam de queimá-los e substituí-los pelos seus, como foi feito pelos nazistas na época em que Hitler estava no poder na Alemanha. Esses alemães sabiam como os livros podiam influenciar as pessoas e as revoluções que poderiam ser causadas por isso.
Eu sempre faço a mesma pergunta que a Mafalda.
ResponderExcluirIsso me lembrou algo que aconteceu agora com o Oscar. Eu, por estar muito curiosa em saber sobre a história, resolvi ler o livro do Martin Sixsmith, Philomena. Quando eu vi o filme, fiquei angustiada, porque o livro me deu tanto mais informação/experiência/emoção que cheguei a considerar o longa "ruim", e ele foi indicado ao Oscar.
Juliana: livro e filme são suportes de leitura distintos. Cada um tem sua especificidade bem clara. Comumente confundimos tudo e afirmamos que o livro é melhor que o filme ou vice-versa. Isso é uma bobagem. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Definitivamente são narrativas diferentes.Ambas, deliciosas aos leitores do mundo. =)
Excluir