Do
É a porção
melhor que
trago em
mim agora
É o que
me faz viver
E só
por ela
ser
Mudando como um Deus o curso da
história
Tudo que se dá à leitura é texto. Afinar o olhar e saber ler o mundo é poder agir sobre ele, tecendo e destecendo a vida, assumindo a autoria de sua história. Inspirado no poema Ler o Mundo, de Afonso Romano de Santanna (1989), o portal nasceu em 2007 com a missão de mudar a perspectiva do olhar dos meus alunos de Comunicação Social e de Artes e Design da PUC-Rio. E transformou-se numa prática de leitura e de autoria fundamentada na interlocução e na parceria. luizfavilla@gmail.com
Sensacional! Nada como um pouco de humildade e auto reconhecimento para fazer o mundo um lugar melhor pra se viver.
ResponderExcluirMaria Eduarda Gomes (2IC)
Infelizmente são poucos os que querem ser mulher. Nós somos ensinados a vida inteira a ser homem, "subir na vida", ser o melhor. E é tão difícil se desvencilhar disso... Sentir em vez de pensar. Unir em vez de separar. O coração precisa de exercício, precisa ser alimentado, ser machucado pra aprender a cicatrizar pra se machucar novamente. É mais fácil decidir tudo racionalmente e resguardar seu coração. O problema é que você se condiciona a fazer isso, e quando se dá conta, é só cérebro, é só conta. É complicado ser emoção, não é fácil dar espaço à mulher. É nosso feminino que nos humaniza. E humanidade está entrando em extinção.
ResponderExcluirSurpreendente a história e as ideias dele!
ResponderExcluirMarinho fala justamente aquilo que a minoria rica da população não quer ouvir. E fala também sobre aquilo que essa sociedade racional e machista não aceita.
Não concordei com tudo o que ele falou mas acho que Eduardo Marinho tem interessantes pontos de vistas sobre o que é considerado normal para nós.
Isabela Costa
Thalyta, Maria Eduarda e Isabela: bem-vindas.
ResponderExcluir=)
Incrível! Que coragem!
ResponderExcluirMarinho teve coragem de fazer o que, para algumas pessoas, é um plano; para outras, um sonho; e para algumas outras, impossível de acontecer: "Como seria se eu largasse tudo?"
Claro, ele foi atrás de um objetivo maior do que simplesmente largar tudo. Foi atrás de igualdade. Buscou encontrar sua paz no lado simples da vida. E isso é simplesmente admirável!
Legal a forma como ele tratou o feminino e o masculino sem atribuir um ou outro ao gênero. Todos nós temos nosso lado feminino e masculino, como o próprio diz: "Os dois estão dentro dos dois".
Que bom que ele agora, a partir de sua trajetória, pode afirmar que o feminino vem se desenvolvendo, mesmo sendo um longo e lento processo. Que assim seja!
Lucas Moretzsohn