O aluno não está mais reduzido a olhar, ouvir, copiar e prestar contas. Ele cria, modifica, constrói, aumenta e, assim, torna-se co-autor (...) O professor disponibiliza um campo de possibilidades, de caminhos que se abrem quando elementos são acionados pelos alunos. Ele garante a possibilidade de significações livres e plurais e, sem perder de vista a coerência com sua opção crítica embutida na proposição, coloca-se aberto a ampliações, a modificações vindas da parte dos alunos.
Marco Silva - Sala de Aula Interativa Dica do vídeo: Tom Corrêa.
Impossível dizer que não amo tecnologias, já que fazer parte do mundo hoje é contar com o celular, o computador e mais recentemente o ipad pra tudo.
ResponderExcluirMas se tem uma coisa que me incomoda é a substituição - e há quem diga que no futuro gerará extinção - dos livros e revistas.
Gosto de papel, na verdade AMO papel. Amo comprar livros, folhear, dobrar capas … como dobrarei um ipad? Porém não é só a questão do papel em si, mas ler no ipad e no computador me dá uma sensação de que aquela leitura não é tão proveitosa e nem mesmo tão real. Talvez seja a quantidade de "abas" que ficam abertas durante a leitura: nunca estamos fazendo apenas uma coisa online. Nossa atenção fica divida entre milhões de informações que fluem rapidamente. A tal "Vida Líquida" que o Bauman fala parece mais líquida ainda na internet. Se estou lendo um livro com o computador desligado, ao liga-lo num site de notícias, por exemplo, não terei noção de quantas vezes aquilo foi atualizado, ou seja, perdi a noção do que aconteceu no intervalo de tempo que fiquei na leitura. Já o contrário não, ao ler meu livro no computador, acessando simultaneamente o g1 , por exemplo, tantas informações são mostradas que começa a nascer em mim uma necessidade de correr com o livro, correr com a vida pra não ser "afogada", pra não ser colocada na pilha de lixo …
Não sei se essa ansiedade se encontra só em mim … Também não sei se daqui a algum tempo terei que abrir mão dos livros e revistas pra não ser descartada.
Isso me deixa um pouco triste.Amo revistas. Como assim? Elas não podem virar só digitais. O livro e a revista pra mim tem um valor afetivo, sentimental. A leitura digital soa mais fria, não cria esse elo. É algo que possívelmente será descartado quando acabar de ler.
ResponderExcluirAdoro ter eles ali na minha estante,olhando para mim, nem gosto muito de emprestar.
Os livros digitais podem ser bem úteis, realmente. Muitas vezes recorro a downloads, principalmente de livros difíceis de encontrar aqui ou quando já gastei todo meu dinheiro. Mas me sinto culpada, esquisita, é estranho isso.
O livro-papel é só vc e ele. Você se envolve muito mais. No tablet, Ipads e cia existem um milhão de aplicativos e interfaces que podem facilmente te distrair e fazer com que abandone a leitura. Eu mesma demoro muito mais para ler um livro digital do que um livro no papel.
E para terminar, sebos é a melhor coisa que existe. Infelizmente descobri isso a pouco tempo,pouco mais de um ano, mas recomendo. Estou viciada nos "amarelinhos".
Amo livros e revistas e amo mais ainda tê-los. Pelo menos para mim a leitura em papel nunca perderá espaço.
ResponderExcluirUm dos motivos pelo qual decidi ser jornalista é o meu encantamento em folhear. Não consigo me prender a um site de notícias e, mesmo lendo na internet, não consigo passar um dia sequer sem pegar em um jornal.
Como a Larissa falou o livro e a revista tem um valor afetivo. Eu mesma guardo milhares de revistas e leio a mesma edição umas 100 vezes. Sei lá, é uma satisfação, um prazer, um gostinho bom folhear uma revista, ler um livro em mãos.
Entendo que em muitos casos o virtual é mais prático e barato e muito útil também para encontrar livros raros ou que não estão mais a venda. Mas, para mim, se encerra aí.
Minha paixão pelo papel do jornal e das revistas ainda é maior do que a praticidade do virtual.
nossa, pesado, tem um tom de revolta no video. eu também me sentiria parecido, e provavelmente vou me sentir ne.
ResponderExcluirsó nao entendi o que seria o "OS". queria muito saber
Já me perguntei várias vezes se os livros convencionais um dia vão ser substituidos pelos digitais, e confesso que não quero que isso aconteça!! Nada substitui o prazer de comprar um livro numa livraria e correr para "devorá-lo"!! Acho a sensação de ler um livro pelo monitor "fria"... Bom mesmo é folhear as páginas, ter contato direto, sentir e tocar. Além disso, eu pelo menos, não consigo me "prender" tanto ao livro quando é digital, não consigo me envolver 100%! (Mas não sou contra a tecnologia, não me entendam mal..)
ResponderExcluirNão quero acreditar nessa ideia de que as queridas revistas vão sumir, deixando o espaço ser preenchido pelos monitores. Amo viver cercada pela tecnologia, mas não consigo nem imaginar a falta que me faria o simples folhear das páginas.
ResponderExcluirCara, isso me lembra o Comercial Adriane Galisteu Jequiti .
ResponderExcluirhttp://www.youtube.com/watch?v=wJLtQw5rv9c
"O que me fascina são as possibilidades.
Experimentar, mudar, ser diferente.
Por que que a vida tem que ser um roteiro se a gente pode improvisar?
Adriane Galisteu da Jequiti.
Todas as possibilidades de ser você!"
Quero inovar, mudar, melhorar, improvisar, me emocionar, vivenciar a VIDA!!!!!
Gonzaguinha:
Eu fico
Com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...
Viver!
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz...
Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita...
Vinicius de Moraes:
Tem dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente não vejo saída
Como é por exemplo que dá pra entender
A gente mal nasce e começa a morrer
Depois da chegada vem sempre a partida
Porque não há nada sem separação
Sei lá, sei lá
A vida é uma grande ilusão
Sei lá, Sei lá
A vida tem sempre razão